Insurrection
Too long I have cowered
I have become a slave
To my own thoughts
I must conquer myself
I am the hand of plague
I am the anger poured out
I am the scion of resolve
The insurrection
I am the birth of violence
I am the hungry gaze
I am the soul's unrest
I am my destruction
Beaten down in fury
Taken what was once mine
I am consumed and spent
I have been subdued
Plagued always with doubts
Bruised and broken by chains
Freedom's taste forgotten
I am a prisoner
I am the hand of plague
I am the anger poured out
I am the scion of resolve
The insurrection
I am the birth of violence
I am the hungry gaze
I am the soul's unrest
I am my destruction
Begging now before me
Captors that once I feared
Now their teeth are broken
Their cruelties repaid
Breaking out of confinement
Bursting out of this tomb
Desolate my jailers
Now I arise to kill again
I'm the insurrection
I'm the insurrection
These chains no longer bind
As shadows they melt away
These walls that withheld the truth
Shall fall into decay
Silenced no more I must speak
Condemn those that earn death
I have pledged to destroy the dross
Shake off the controlling grasp of all tyrants
Too long I have cowered
I have become a slave
To my own thoughts
Set free from control
Trackless and unburdened
Now I conquer myself
Insurreição
Demorei demais pra me acovardar
Me tornei um escravo
Dos meus próprios pensamentos
Preciso conquistar a mim mesmo
Eu sou a mão da praga
Eu sou a raiva derramada
Eu sou o filho da determinação
A insurreição
Eu sou o nascimento da violência
Eu sou o olhar faminto
Eu sou o desassossego da alma
Eu sou minha própria destruição
Aterrorizado pela fúria
Tirei o que era meu
Estou consumido e exausto
Fui subjugado
Sempre atormentado por dúvidas
Machucado e quebrado por correntes
O gosto da liberdade esquecido
Sou um prisioneiro
Eu sou a mão da praga
Eu sou a raiva derramada
Eu sou o filho da determinação
A insurreição
Eu sou o nascimento da violência
Eu sou o olhar faminto
Eu sou o desassossego da alma
Eu sou minha própria destruição
Implorando agora diante de mim
Captores que antes eu temia
Agora seus dentes estão quebrados
Suas crueldades pagas
Fugindo da prisão
Rompendo este túmulo
Desolados meus carcereiros
Agora eu me levanto pra matar de novo
Sou a insurreição
Sou a insurreição
Essas correntes não me prendem mais
Como sombras, elas derretem
Essas paredes que retinham a verdade
Cairão em decadência
Silenciado não mais, eu preciso falar
Condenar aqueles que merecem a morte
Prometi destruir a escória
Desprender o controle de todos os tiranos
Demorei demais pra me acovardar
Me tornei um escravo
Dos meus próprios pensamentos
Liberte-se do controle
Sem trilhas e sem fardos
Agora eu conquisto a mim mesmo