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Tártaro

Synestia

Tartarus

The progressing lands we once know
Suffocated by our blinded grasp
Great monuments lay in ruin
Shown no mercy by the grace of Gaia

These vast wastelands you forge cast desolation
Scorched by unyielding torment
Our planet has begun to exact its revenge

Embodying the titans
Imprisoned by your tethers to the veil
You shall suffer this celestial punishment
Cursed down the path to Tartarus
A primordial force of reckoning
You have not conquered me
I merely allow your existence
A mausoleum for all that lives

Driven to the periphery
The deep takes no survivors
Great cities relinquished to the sea
Frigid tides purge the world of accursed human touch
Freezing reality lays siege on the weary

Your pursuit of higher power has lead you to the ends of the earth

Fruitful, untamed landscapes, now crusted by the sands of time

I am now your chthonic deity, guiding your path to destruction
A species so wicked to destroy your realm

Embodying the titans
Imprisoned by your tethers to the veil
You shall suffer this celestial punishment
Cursed down the path to Tartarus
A primordial force of reckoning
You have not conquered me
I merely allow your existence
A mausoleum for all that lives

I unleash these forces upon you
As you have unto me

And now from which you arose
Yield to me

Tártaro

As terras em progresso que um dia conhecemos
Sufocadas por nosso aperto cego
Grandes monumentos jazem em ruínas
Mostrados sem misericórdia pela graça de Gaia

Esses vastos desertos que você forja lançam desolação
Queimados por tormento implacável
Nosso planeta começou a se vingar

Incorporando os titãs
Aprisionados por suas amarras ao véu
Você sofrerá este castigo celestial
Amaldiçoado pelo caminho até o Tártaro
Uma força primordial de acerto de contas
Você não me conquistou
Apenas permito sua existência
Um mausoléu para tudo que vive

Impelido à periferia
As profundezas não poupam sobreviventes
Grandes cidades entregues ao mar
Marés gélidas purgam o mundo do toque humano amaldiçoado
A realidade congelante faz cerco aos cansados

Sua busca por poder superior te levou aos confins da terra

Paisagens frutíferas e indomadas, agora cobertas pelas areias do tempo

Agora sou sua divindade ctônica, guiando seu caminho para a destruição
Uma espécie tão perversa a ponto de destruir seu reino

Incorporando os titãs
Aprisionados por suas amarras ao véu
Você sofrerá este castigo celestial
Amaldiçoado pelo caminho até o Tártaro
Uma força primordial de acerto de contas
Você não me conquistou
Apenas permito sua existência
Um mausoléu para tudo que vive

Liberto essas forças sobre você
Assim como você fez comigo

E agora de onde você surgiu
Ceda a mim

Composição: