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Alice No País das Maravilhas

Syria

Alice Nel Paese Delle Meraviglie

Io non so perché
gioco a immaginare sempre storie fantastiche
quadri di paesaggi sotto forma di favole
dove cantano i burattinai
canzoni che non ho sentito mai
ma che io già so

Io dipingo sulle mie tele
alberi dai rami che si allungano
sopra i fiumi piatti che riflettono
le immagini di ciò che è attorno a noi
le false verità
le foglie che piangono e poi morendo cadono

Disegnerò con le nuvole
le immagini dei sogni miei
e proietterò
la mia mente su
distanze infinite
e impavida
io canterò nuove melodie per dare forma e credo a chi son io
cospargerò di note e fantasia
quell'angolo puro che ancora è dentro me

Io non so perché
credo ai sogni e ai giochi che mi innalzano
là dove posso poi così sorprendermi
sdraiata su un tappeto a testa in giù
dove penserò
a scale che
affronterò se vuoi con te

Disegnerò con le nuvole
le immagini dei sogni miei
e proietterò
la mia mente su
distanze infinite
e impavida
io canterò nuove melodie per dare forma e credo a chi son io
cospargerò di note e fantasia
quell'angolo puro che ancora è dentro me

Alice No País das Maravilhas

Eu não sei por quê
brinco de imaginar sempre histórias fantásticas
quadros de paisagens em forma de contos
onde cantam os fantoches
canções que nunca ouvi
mas que eu já sei

Eu pinto nas minhas telas
árvores com ramos que se estendem
sobre os rios planos que refletem
as imagens do que está ao nosso redor
as falsas verdades
as folhas que choram e depois morrem caindo

Vou desenhar com as nuvens
as imagens dos meus sonhos
e projetarei
minha mente em
distâncias infinitas
e destemida
eu cantarei novas melodias para dar forma e crença a quem sou
e espalharei notas e fantasia
naquele canto puro que ainda está dentro de mim

Eu não sei por quê
acredito nos sonhos e nos jogos que me elevam
lá onde posso então me surpreender
deitada em um tapete de cabeça para baixo
donde pensarei
em escadas que
enfrentarei se você quiser comigo

Vou desenhar com as nuvens
as imagens dos meus sonhos
e projetarei
minha mente em
distâncias infinitas
e destemida
eu cantarei novas melodias para dar forma e crença a quem sou
e espalharei notas e fantasia
naquele canto puro que ainda está dentro de mim

Composição: F. Sarcina