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Refletir Demais

Sytara

Overthink

My home, now in ruins, crumbles day by day
In silent decay, it slowly fades away
Hands reaching out to the wind, lost in contemplation
I ponder the words of my last poetic creation

Why does existence seem so unjust
Leaving me adrift, in melancholy's gust?

Tied down by despair, burdened by life's weight
I kick at the bench, as my spirit contemplates
I just want to rest, please, stop this overthink
Please stop this overthink
Please stop this overthink

I am, now in ruins, struggling day by day
In silent decay, I slowly fade away
Eyes staring out to the sky, lost in contemplation
I've lost the words of my last poetic creation

Why does existence feel so mundane
Leaving me in sorrow, each morning's bane?

Tied down by despair, burdened by life's weight
I kick at the bench, as my spirit contemplates
I just want to rest, please, stop this overthink
Please stop this overthink
Please stop this overthink

Refletir Demais

Minha casa, agora em ruínas, desmorona dia após dia
Em silencioso declínio, ela lentamente desaparece
Mãos se estendendo ao vento, perdidas em contemplação
Eu pondero as palavras da minha última criação poética

Por que a existência parece tão injusta
Me deixando à deriva, na brisa da melancolia?

Amarrado pelo desespero, sobrecarregado pelo peso da vida
Eu chuto o banco, enquanto meu espírito contempla
Eu só quero descansar, por favor, pare com essa reflexão excessiva
Por favor, pare com essa reflexão excessiva
Por favor, pare com essa reflexão excessiva

Eu estou, agora em ruínas, lutando dia após dia
Em silencioso declínio, eu lentamente desapareço
Olhos encarando o céu, perdidos em contemplação
Eu perdi as palavras da minha última criação poética

Por que a existência parece tão mundana
Me deixando em tristeza, o tormento de cada manhã?

Amarrado pelo desespero, sobrecarregado pelo peso da vida
Eu chuto o banco, enquanto meu espírito contempla
Eu só quero descansar, por favor, pare com essa reflexão excessiva
Por favor, pare com essa reflexão excessiva
Por favor, pare com essa reflexão excessiva

Composição: Maurício De Freitas