Vino y Cemento
Tengo una mala noticia para toda la peña que pasa revista
Que fingen vivir una vida basada en otra vida distinta
Tengo los ojos cerrados en un abanico con los pies descalzos
Valiéndose de sí, cantó el borracho
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Salto, no miro al vacío
Allí se renuevan con más de lo mismo
Y se vuelven locos por coger el hilo de lo ya vivido
Tengo los ojos cerrados en un abanico con los pies descalzos
Valiéndose de sí, cantó el borracho
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Que te tengo que decir que me cuesta comprender
Que de todas las mañanas yo me quedo las de miel
Que si tengo que volver a elegir renuncio a parte de mí por ti
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Mitad caballero, mitad militante
La rumba la tengo metida en la sangre
Y baila flamenco, huele a vino y cemento
Vinho e Cimento
Tenho uma má notícia pra toda a galera que faz a revista
Que finge viver uma vida baseada em outra vida diferente
Estou com os olhos fechados em um leque com os pés descalços
Se valendo de si, cantou o bêbado
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento
Pulo, não olho pro vazio
Lá se renovam com mais do mesmo
E ficam malucos pra pegar o fio do que já foi vivido
Estou com os olhos fechados em um leque com os pés descalços
Se valendo de si, cantou o bêbado
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento
Que eu tenho que te dizer que me custa entender
Que de todas as manhãs eu fico com as de mel
Que se eu tiver que escolher de novo, renuncio a parte de mim por você
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento
Metade cavalheiro, metade militante
A rumba tá na minha veia
E dança flamenco, cheira a vinho e cimento