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A Arte

Taetre

The Art

Stringed puppets dancing,
Drawing flies to the stench
Flesh impaled with wires
Sick, amusing, painful play

Imagination, evisceration
A morbid show
With blood on the wall
Hear peoples call
Chant and applaud

Caged in mocked misery
And audience with bleeding taste
Pulling strings, open sores
Come in,
Come in and catch the art

Barbed wire, embracing like fire
Deforming architecture
Endless desires, clawing pyre
Like a living dissection

Closing ecstasy, a fevered burning plague
Temptations lost control,
Rips apart the victims whole
Artistic patterns remain
Like a puzzle in its chaos start
Flesh been ripped apart, satisfying the art

A Arte

Fantoches de corda dançando,
Atraindo moscas pro fedor
Carne empalada com fios
Brincadeira doente, divertida, dolorosa

Imaginação, evisceração
Um show mórbido
Com sangue na parede
Ouça o clamor do povo
Cante e aplauda

Enjaulados na miséria zombada
E uma plateia com gosto sangrento
Puxando cordas, feridas abertas
Entre,
Entre e pegue a arte

Fios de arame farpado, abraçando como fogo
Deformando a arquitetura
Desejos sem fim, arranhando a pira
Como uma dissecação viva

Fechando a ecstasy, uma praga ardente e febril
Tentações fora de controle,
Desgarrando as vítimas inteiras
Padrões artísticos permanecem
Como um quebra-cabeça no seu caos inicial
Carne sendo rasgada, satisfazendo a arte

Composição: Taetre