The Crown Of Venomous Silence
In motionless agony I provide the banquet of torments
With tears unbridled to wash my wounds clean… I fade
Incessant silence crowns my every word
Are memories but delusions whereby the past claims rebirth?
Upon the starless canvas the tempest of disease I unfurl
Lugubrious wails from this reminiscence be torn
Pouring scarlet with my name inwrought
Besmears the altar as I quiver underneath the dagger
… so dear is the hand that strikes with continuous cruelty
Within this new calm newfound nakedness I posture my misery
With mournful laments disgorged upon the barren soil of sanity
Perdition calls…
I follow its voice…
A Coroa do Silêncio Venenoso
Na agonia imóvel, eu ofereço o banquete dos tormentos
Com lágrimas soltas para limpar minhas feridas... eu desapareço
Um silêncio incessante coroa cada uma das minhas palavras
Serão as memórias apenas ilusões onde o passado reivindica renascimento?
Sobre a tela sem estrelas, eu desdobro a tempestade da doença
Lamentos lúgubres dessa lembrança são rasgados
Derramando escarlate com meu nome entrelaçado
Mancha o altar enquanto eu tremo sob a adaga
... tão querida é a mão que golpeia com crueldade contínua
Dentro dessa nova calma, nua e descoberta, eu poso minha miséria
Com lamentos tristes expelidos sobre o solo árido da sanidade
A perdição chama...
Eu sigo sua voz...