Ciegos de esta realidad
Es necesario verlo todo
En ese mundo tan inquieto
Pero es pequeñamente complejo
Y nos cruzamos sin andar mirando
No se sabe si se interactua
Ya no parece juego de niños
Como un circulo que se va cicatrizando
Que decidió estar del otro lado
Una burbuja que tuvo poder
Sin candados ni un superior
Que haya definido este asunto
Como una simple división
Todo lo que no parece encandilarse puede vincularse a dónde no apunta
Mientras cada imagen y cada reacción es algo
Que nos dice que ya estamos ciegos de esta realidad
Mi perspectiva subjetiva
Que mira donde ya no mira
Me trae a dónde creo que no vuelvo
Y por lo menos tiró la instrucciones
Para en algún momento hablarte
Y algunas cosas preguntarte
Sin darnos cuenta lo que diambulamos
Que se rompa la burbuja en la que estamos
Soy ese que te cae así tan bien
Que siempre vio donde pasar
Siguiendo a quien y donde ya siguió
Y que el impulso ya volvió
Todo lo que no parece encandilarse puede vincularse a dónde no apunta
Mientras cada imagen y cada reacción es algo
Que nos dice que ya estamos ciegos de estas realidades
De estas realidades
Y la dinámica sugiere la confianza que flasheamos a la recompensa
Siempre se esconden todas las palabras que rompieron todo ese cristal
Todo lo que no parece encandilarse puede vincularse a dónde no apunta
Mientras cada imagen y cada reacción es algo
Que nos dice que ya estamos ciegos de esta realidad
Hay que subir hasta arriba del caño y pintarnos la cara de negro
Y no decir que siempre somos libres de ser quienes somos allí detras
Cegos dessa realidade
É necessário ver tudo
Nesse mundo tão agitado
Mas é um pouco complexo
E nos cruzamos sem olhar
Não se sabe se se interage
Já não parece brincadeira de criança
Como um círculo que vai se curando
Que decidiu estar do outro lado
Uma bolha que teve poder
Sem cadeados nem um superior
Que tenha definido essa questão
Como uma simples divisão
Tudo que não parece brilhar pode se conectar a onde não aponta
Enquanto cada imagem e cada reação é algo
Que nos diz que já estamos cegos dessa realidade
Minha perspectiva subjetiva
Que olha onde já não se vê
Me traz aonde acho que não volto
E pelo menos jogou as instruções
Para em algum momento te falar
E algumas coisas te perguntar
Sem perceber o que vagamos
Que a bolha em que estamos se quebre
Sou aquele que te cai tão bem
Que sempre viu onde passar
Seguindo quem e onde já seguiu
E que o impulso já voltou
Tudo que não parece brilhar pode se conectar a onde não aponta
Enquanto cada imagem e cada reação é algo
Que nos diz que já estamos cegos dessas realidades
Dessas realidades
E a dinâmica sugere a confiança que flashamos à recompensa
Sempre se escondem todas as palavras que quebraram todo esse cristal
Tudo que não parece brilhar pode se conectar a onde não aponta
Enquanto cada imagem e cada reação é algo
Que nos diz que já estamos cegos dessa realidade
Tem que subir até o topo do cano e pintar a cara de preto
E não dizer que sempre somos livres de ser quem somos ali atrás