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Borracha

Talking Parodies

Goma

Tantas cosas que vemos
Sin ponerles un ojo
Para dar otro paso y decir que es lo mismo percibir otra cosa

No supongo que todas
Me transmiten lo mismo
Todo está iluminado pero siempre dudo qué puede ser tan único

Es un rey que decide
Cuando quiere dormirse
Para cambiarnos todas las vibras

Solo quiero saber cuando realmente me resisto
De esas cosas naturales y trascendentales que nunca he visto
Creo que una dependencia más
Para esta emocionalidad
Nunca sé si está bien o está mal

Árboles y edificios
Crean planos y formas
Que en otros lugares más tranquilos tal vez no tienen la misma forma

Y la tierra se inclina
Cuando todo oscurece
Porque nada es para siempre o tal vez porque yo soy de goma

Mi personalidad
Junta a la realidad
Que entre ellas se sustituyen

Solo quiero saber cuando realmente me resisto
De esas cosas naturales y trascendentales que nunca he visto
Creo que una dependencia más
Para esta emocionalidad
Nunca sé si está bien o está mal

Pero llega un momento donde la oscuridad toma la palabra
Cuando nada es más que sombra y luz artificial
La rutina no es lo mío pero de eso se trata
Para tener libertad de saber cuando verlo bien y sin cuestionarme

Solo quiero saber cuando realmente me resisto
De esas cosas naturales y trascendentales que nunca he visto
Creo que una dependencia más
Para esta emocionalidad
Nunca sé si está bien o está mal

Y son solo perspectivas
Y son solo perspectivas
Y son solo perspectivas

Borracha

Tantas coisas que vemos
Sem dar atenção
Pra dar mais um passo e dizer que é a mesma coisa perceber outra situação

Não suponho que todas
Me passam a mesma coisa
Tudo tá iluminado, mas sempre duvido do que pode ser tão único

É um rei que decide
Quando quer dormir
Pra mudar todas as nossas vibrações

Só quero saber quando realmente eu me resisto
Dessas coisas naturais e transcendentes que nunca vi
Acho que é mais uma dependência
Pra essa emocionalidade
Nunca sei se tá certo ou tá errado

Árvores e prédios
Criam planos e formas
Que em outros lugares mais tranquilos talvez não tenham a mesma cara

E a terra se inclina
Quando tudo escurece
Porque nada é pra sempre ou talvez porque eu sou de borracha

Minha personalidade
Misturada com a realidade
Que entre elas se substituem

Só quero saber quando realmente eu me resisto
Dessas coisas naturais e transcendentes que nunca vi
Acho que é mais uma dependência
Pra essa emocionalidade
Nunca sei se tá certo ou tá errado

Mas chega um momento em que a escuridão toma a palavra
Quando nada é mais que sombra e luz artificial
A rotina não é a minha praia, mas é disso que se trata
Pra ter liberdade de saber quando ver tudo certo e sem me questionar

Só quero saber quando realmente eu me resisto
Dessas coisas naturais e transcendentes que nunca vi
Acho que é mais uma dependência
Pra essa emocionalidade
Nunca sei se tá certo ou tá errado

E são só perspectivas
E são só perspectivas
E são só perspectivas

Composição: Marco Lianza