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Vítimas (Ao Vivo no River Plate)

Tan Bionica

Víctimas (En Vivo En River Plate)

Llevo tus días de niebla
Tus caras de piedra
Tus tecitos chai

Tu adiós, tus tres y cuarenta
Tu boca de tormenta
De nunca acabar

Llevo la herida podrida
De alguna mordida
Con seguridad

Tengo las horas vacías
De todas las mentiras
Que quise contar

Y es inevitable ir para atrás

Somos tan víctimas y victimarios
Nos fracturó el invierno solitario
Psicopateás porque sabés que te extraño y me ves
Y no hay renuncias eternas sin libertad

Llevo la cara de empate
Tu frente de ataque
Y alguna señal

Quiero tener un rescate
Para que me desaten
La soga final

Sueño con volver a respirar

Somos tan víctimas y victimarios
Nos fracturó el invierno solitario
Psicopateás porque sabés que te extraño y me ves
Y no hay renuncias eternas sin libertad

Cómo encontrarte si estoy tan perdido
Nadie regresa vivo del olvido
Sin vos muñeca, no tiene sentido y sabés
Que no hay renuncias eternas sin libertad

Vas a iluminar la pena misma
Luna solitaria de arrabal
Son inevitables los olores
Que destiñen los colores
Que pintás y despintás

Y a dónde no conozco, ya no viajo
Por un camino largo y sin atajos
Mientras te extraño, me vengo abajo y sabés
Que hay mil recuerdos no nacidos por recordar

Cómo encontrarte, si estoy tan perdido
Nadie regresa vivo del olvido
Sin vos muñeca, no tiene sentido y sabés
Que no hay renuncias eternas sin libertad

Llevo tus días de niebla
Tus caras de piedra
Tus tecitos
Chau

Vítimas (Ao Vivo no River Plate)

Levo seus dias de neblina
Suas caras de pedra
Seus chás de chai

Sua despedida, suas três e quarenta
Sua boca de tempestade
De nunca acabar

Levo a ferida podre
De alguma mordida
Com certeza

Tenho as horas vazias
De todas as mentiras
Que quis contar

E é inevitável voltar atrás

Somos tão vítimas e algozes
O inverno solitário nos quebrou
Você fica viajando porque sabe que eu sinto sua falta e me vê
E não há renúncias eternas sem liberdade

Levo a cara de empate
Sua frente de ataque
E algum sinal

Quero ter um resgate
Pra que me soltem
A corda final

Sonho em voltar a respirar

Somos tão vítimas e algozes
O inverno solitário nos quebrou
Você fica viajando porque sabe que eu sinto sua falta e me vê
E não há renúncias eternas sem liberdade

Como te encontrar se estou tão perdido
Ninguém volta vivo do esquecimento
Sem você, boneca, não faz sentido e você sabe
Que não há renúncias eternas sem liberdade

Você vai iluminar a própria dor
Lua solitária de subúrbio
Os cheiros são inevitáveis
Que desbotam as cores
Que você pinta e despinta

E aonde não conheço, já não viajo
Por um caminho longo e sem atalhos
Enquanto te sinto falta, eu desmorono e você sabe
Que há mil lembranças não nascidas pra recordar

Como te encontrar se estou tão perdido
Ninguém volta vivo do esquecimento
Sem você, boneca, não faz sentido e você sabe
Que não há renúncias eternas sem liberdade

Levo seus dias de neblina
Suas caras de pedra
Seus chás
Tchau

Composição: Tan Bionica