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Antídoto Humano

Tandjent

Human Antidote

I am the opiate
Oft dismissed illusionary chain
Cold confidence injected
Seeping through a bloodless vein
Twisted infection whispering lies
Faceless connection walk through walls
Force-feeding apathy quietly cuts the string

I am the antidote
Conformed cure encapsulated
Unseen truth forbidden
A point of light in death's cloak
Flickering synapse memory
Singular healing's born in the will
Seeking life within life, without

I am the new machine
Within swirling black
A drifting beggars dream
Reclaim a stream of caustic thought
Bound in flesh and sinew
Mortal pull against the soul

Here is the consequence
Peeling blackened skin
Capillaries torn asunder
Convoluted theories awash in agony
Voluminous skies house retribution

Ashes await you flesh machine
Ashes await you frail flesh machine

Antídoto Humano

Eu sou o ópio
Muitas vezes descartada, uma ilusão encadeada
Confiança fria injetada
Transbordando por uma veia sem sangue
Infecção distorcida sussurrando mentiras
Conexão sem rosto atravessa paredes
Forçando a apatia, cortando a corda em silêncio

Eu sou o antídoto
Cura conformada encapsulada
Verdade invisível proibida
Um ponto de luz no manto da morte
Memória de sinapse piscando
A cura singular nasce na vontade
Buscando vida dentro da vida, sem

Eu sou a nova máquina
Dentro do negro giratório
Um sonho de mendigo à deriva
Reclamando um fluxo de pensamento cáustico
Atado em carne e tendão
Atração mortal contra a alma

Aqui está a consequência
Pele queimada se descascando
Capilares rasgados em pedaços
Teorias convolutas à deriva na agonia
Céus volumosos abrigam a retribuição

Cinzas te aguardam, máquina de carne
Cinzas te aguardam, frágil máquina de carne

Composição: