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Meu Remédio Foi Veneno

Tarcísio do Acordeon

Eita canção cachorra, viu, Fabinho?
Oh, Tarcísio?
Diga, meu menino
O tal da morena
Quando é remédio é veneno, viu?
Não diga não
Que canção

Eita sanfoneiro, canta, vai, Tarcísio
Qual destino de quem erra a dose
Quando se envolve em uma paixão
Um beijo quente, um olhar envolvente
Entrou na minha mente, no meu coração
Eu tava cego, eu tava ferido
Baixei a guarda pra esse amor bandido
Me envolvi nesse seu jeito sereno
Era pra ser o meu remédio, foi veneno
Quase me mata com esse seu corpo moreno
Era pra ser o meu remédio, foi veneno

É por isso que eu digo, Fabinho, eu não digo é nada
Chama, sima, chama
Yeh rereh rererererereh
Isso é bom de bala de vaquejada
A nova onda do meu parceiro Fabinho testado
(Chama) vamo simbora, balança curral
Eita, meu homem, vai

Qual o destino de quem erra a dose (chama)
Quando se envolve em uma paixão
Um beijo quente, um olhar envolvente
Entrou na minha mente, no meu coração
Eu tava cego, eu tava ferido
Passei a guarda pra esse amor bandido
Me envolvi nesse seu jeito sereno
Era pra ser o meu remédio, foi veneno
Quase me mata com esse seu corpo moreno
Era pra ser o meu remédio, foi o veneno

Eu tava cego, eu tava ferido
Achei a guarda pra esse amor bandido
Me envolvi nesse seu jeito sereno
Era pra ser o meu remédio, foi veneno
Quase me mata com esse seu corpo moreno
Era pra ser o meu remédio, foi veneno

Oh, oh, oh, oh, oh
Falando em vaquejada
Eita vontade de não prestar
Sai do meio dos ovo, cachorro
Sai do meio
Quem for de bola de assopro que se exploda
Era pra ser o meu remédio, foi veneno
Chama (chama)