Hiç Kimse Bilmez
Ben hep sana gelirim
Beni anlasýn diye tenin
Býrakýrým kamaþsýn yaþamdan gözlerim
Tenini avuçlarým zaten severim
Gelmesen de sevmesen de beni
Tutsan ellerimden
Geçmiþi unutamam ki
Öpsem gözlerinden yaþlarý kurutamam ki
Damaðým çöle dönmüþ
Sesim çamura
Oyuncaðýný geri ver içimdeki çocuða
Hiç kimse bilmez
Hiç kimse sevmez
Þimdi sende yoksun yanýmda
Hiç kimse duymaz
Hiç kimse sormaz
Þimdi sende yoksun yanýmda
Yüzüm gözüm toz toprak
Yaðmurlarýn yýkamaz
Kalbim kabuk baðlar
Ýçim artýk acýmaz
Kanserli kentlerin çýðlýðýndan
Son trenle ayrýldýðýmdan
Ninguém Sabe
Eu sempre venho até você
Pra que me entenda, só seu corpo
Deixo que meus olhos se ofusquem com a vida
Já amo seu corpo nas minhas mãos
Mesmo que você não venha, mesmo que não me ame
Se você segurar minhas mãos
Não consigo esquecer o passado
Se eu beijar seus olhos, não consigo secar as lágrimas
Meu paladar virou um deserto
Minha voz tá na lama
Devolve meu brinquedo pro menino que tá dentro de mim
Ninguém sabe
Ninguém ama
Agora você não tá mais aqui
Ninguém ouve
Ninguém pergunta
Agora você não tá mais aqui
Meu rosto e meus olhos tão cheios de poeira
As chuvas não conseguem me limpar
Meu coração forma crostas
Agora não dói mais
Por causa do grito das cidades doentes
Desde que eu peguei o último trem pra ir embora