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Devorar os Vivos

Thanatos

Devour The Living

Burn...brothers...burn... Beyond the point of no return
Build your funeral pyres, We belong in fire...

Burn...brothers...burn..., The dead have returned
All living souls we despise, Rise...corpses...rise...

The darkest day of horror, the world has ever known
No chance of survival, no matter where you go
You're destined to be butchered, your body left to rot
No sanctuary for you, so stop praying to your god

I inhale the nauseating stench of rotting bodies
As I climb this wall of corpses, piled up in front of me
Forced to feed on the remains of the ones that didn't make it
Eating my way out of this godforsaken hole

Burn...brothers...burn...The dead have returned

Mildewed organs, white moulded meat
Clotted body juices, voraciously consumed
My stomach is resistant, my heart beats through my chest
A trail of burning acid cuts deep into my flesh

I feel my powers decline, rotting from the inside
Gastric juices boiling, searching a way out
Vomit leaves my anus, shit runs from my mouth
I prepare for putrefaction, I feel I'm going down

Burn...brothers...burn... Beyond the point of no return

Burn...brothers...burn..., The dead have returned
All living souls we despise, Rise...corpses...rise...

Devorar os Vivos

Queime...irmãos...queimem... Além do ponto sem volta
Construam suas piras funerárias, pertencemos ao fogo...

Queime...irmãos...queimem..., Os mortos retornaram
Todas as almas vivas que desprezamos, Levantem-se...cadáveres...levantem-se...

O dia mais sombrio de horror, que o mundo já conheceu
Sem chance de sobrevivência, não importa onde você vá
Você está destinado a ser abatido, seu corpo deixado para apodrecer
Sem santuário para você, então pare de rezar para seu deus

Eu inalo o fedor nauseante de corpos em decomposição
Enquanto escalo essa parede de cadáveres, empilhados à minha frente
Forçado a me alimentar dos restos dos que não conseguiram
Comendo meu caminho para fora desse buraco amaldiçoado

Queime...irmãos...queimem... Os mortos retornaram

Órgãos mofados, carne branca mofada
Sangue coagulado, vorazmente consumido
Meu estômago é resistente, meu coração bate forte no peito
Um rastro de ácido queimando corta fundo na minha carne

Sinto meus poderes declinarem, apodrecendo por dentro
Suco gástrico fervendo, buscando uma saída
Vômito sai do meu ânus, merda escorre da minha boca
Me preparo para a putrefação, sinto que estou indo pro fundo

Queime...irmãos...queimem... Além do ponto sem volta

Queime...irmãos...queimem..., Os mortos retornaram
Todas as almas vivas que desprezamos, Levantem-se...cadáveres...levantem-se...