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Ephemeral da Noite

The Black Dahlia Murder

Evening Ephemeral

Now places everyone
The stage is set, prepare yourselves
Secure your blades, embrace our faith
Remember our unholy purpose

The premiere an event
To redefine the ephemeral
A promised tale of pain and horror
Rumors suggest surprise end
Choreographed rehearsed for months
This troupe devout
Prepared to suspend all disbelief
They'll jump from their seats

Uneasy melody
Sets in softly as house lights dim
The curtain rises
And now our show begins

Fourth wall broken
A spray of warm blood
Drenches the front rows
Disgusted gasps of shock erupt
Yet still the crowd looks on
So immersed
In the tension being built
From balcony to front row
You can taste epiphany

Patrons degenerate
Bloated sows sacrificial lambs
We command now
You raise your hands
And speak these words so blasphemous

We call him forth
We offer flesh
Assembled now at his behest
Accept our gift return
Ascend his black name has our reverence

As smoke we rise
We shall burn

The curtain falls ablaze
Cries of panic escalate
Trampling, clawing
Shouting in vain
All doors locked
No one shall be saved

Patrons degenerate
Bloated sows sacrificial lambs
We command now
You raise your hands
And speak these words so blasphemous

We call him forth
We offer flesh
Assembled now at his behest
Accept our gift return
Ascend his black name has our reverence

Now our story ends
This theater's burning to a crisp
All trapped inside
There's no escape
Willing or not
This is our fate

All screaming now
Engulfed in flames
This heinous act
Yes most profane
We sacrifice
In your black name
Invited now
Come forth
Relish our pain

As smoke we rise

Ephemeral da Noite

Agora, todos em seus lugares
O palco está montado, preparem-se
Apertem suas lâminas, abracem nossa fé
Lembrem-se do nosso propósito profano

A estreia é um evento
Para redefinir o efêmero
Uma história prometida de dor e horror
Rumores sugerem um final surpreendente
Coreografado, ensaiado por meses
Esse grupo devoto
Preparado para suspender toda descrença
Eles vão pular de seus assentos

Uma melodia inquietante
Se instala suavemente enquanto as luzes se apagam
A cortina se levanta
E agora nosso show começa

Quarta parede quebrada
Um jato de sangue quente
Encharca as primeiras fileiras
Gritos de choque e nojo explodem
Ainda assim, a multidão observa
Tão imersa
Na tensão que está sendo construída
Da varanda à primeira fila
Você pode sentir a epifania

Os espectadores degeneram
Porcas inchadas, cordeiros sacrificial
Nós comandamos agora
Vocês levantam suas mãos
E falam essas palavras tão blasfemas

Nós o chamamos
Oferecemos carne
Reunidos agora a seu pedido
Aceite nosso presente de volta
Ascenda, seu nome negro tem nossa reverência

Como fumaça, nós subimos
Nós vamos queimar

A cortina cai em chamas
Gritos de pânico aumentam
Pisoteando, arranhando
Gritando em vão
Todas as portas trancadas
Ninguém será salvo

Os espectadores degeneram
Porcas inchadas, cordeiros sacrificial
Nós comandamos agora
Vocês levantam suas mãos
E falam essas palavras tão blasfemas

Nós o chamamos
Oferecemos carne
Reunidos agora a seu pedido
Aceite nosso presente de volta
Ascenda, seu nome negro tem nossa reverência

Agora nossa história termina
Esse teatro está queimando até virar cinzas
Todos presos dentro
Não há escape
Querendo ou não
Esse é nosso destino

Todos gritando agora
Envoltos em chamas
Esse ato hediondo
Sim, o mais profano
Nós sacrificamos
Em seu nome negro
Convidados agora
Venham à frente
Saboreiem nossa dor

Como fumaça, nós subimos