Architects Of Melancholic Apocalypse
I had torture myself with great torments of elder times but bitterness and fatality didn't come alone...
The elements of utter horror beyond all the past horrors, behind fathomless echoes of forlon prosperity.
Let the ravens be cursed like my traitor fate has ever been, summon the dismal blessing of memories.
These desolate lunar-like hills, my only one rest and peace, summon the dismal blessing of memories, decrepit ruins of a dream lost and forgotten, agony from centuries, past and future, coldness runs in every tear of sorrow.
The last tower, hall of vengeance, catacombs of pain, my funeral request...
Once again lying dormant into this pyramid of pain, the refuge for this soul possessed by grief.
Fading into the shades of this necropolis, I'm the last son of the spectral Mictlan.
Arquitetos do Apocalipse Melancólico
Eu me torturei com grandes tormentos de tempos antigos, mas a amargura e a fatalidade não vieram sozinhas...
Os elementos do horror absoluto, além de todos os horrores do passado, atrás de ecos insondáveis de uma prosperidade perdida.
Que os corvos sejam amaldiçoados como meu destino traidor sempre foi, convoque a maldição sombria das memórias.
Essas colinas desoladas, parecidas com a lua, meu único descanso e paz, convoque a maldição sombria das memórias, ruínas decrépitas de um sonho perdido e esquecido, agonia de séculos, passado e futuro, a frieza corre em cada lágrima de dor.
A última torre, salão da vingança, catacumbas da dor, meu pedido fúnebre...
Mais uma vez deitado em sono profundo nesta pirâmide de dor, o refúgio para esta alma possuída pela tristeza.
Desvanecendo nas sombras desta necrópole, sou o último filho do espectral Mictlan.
Composição: Daniel Corchado / Domenic S. Viterbo