Kaleidoscopic Malacia
Autolysis blanches tissues kaleidoscopic hues
Healthy pinks, in death, rot to blacks and decayed blues
Putrefaction bruises the innards as they slough
A cadaveric soup bowl filled with semi-liquid crust
Foul pyarthrosis
Shallow bloody pool
Bubbling gassy bog
Shredded organ gruel
Festering organs
Cellular mush
Colors so revolting
Reeking rainbows that gush
Vascular tendrils whip decomp-aerosol
Purple clouds of gore mist my mask
Auto digestion swirls the organ mud-broth
Rivers of tincture in which I splash
Rank viscera bursting with colors
Splashing a palate for obscene week-old stink
Malacia mixes, new colors are born
They dilute when I spray them down the sink
Malacia mires
Blossoms of gore
Rotting hues
Paint the morgue
Death paints a picture
On cadaveric canvas
Spoiling organic matter
Paint a life so tenebrous
[Solo: Abstract Expressionaism with liquescent organ dye]
Organs degrade to chunky necrotic paste
Blues, reds, and blacks mix to murky, runny grays
Kaleidoscopic hues bruise the viscera I take
It's shocking to witness all the colors they make
Hot, frothy tissue
Bioplasm unglued
Whimsically colored
Patho-grime pools
Corroded innards loose cohesion
Necrotic gastrointestinal wreck
Putrefied ecorche is leaking
Impressionist gallery so grotesque
Cadaveric walls whisk colorless
Bacteria stain the slop as they breed
Soft tissue melts with auto digestion
The carcass in final entropy
Cellular scramble
Fetid organ pap
Obnoxious pulp
Pastel-necrotic scrap
Death paints a picture
On cadaveric canvas
Spoiling organic matter
Paint a life so tenebrous
Malácia Kaleidoscópica
Autólise clareia tecidos em tons caleidoscópicos
Rosa saudável, na morte, apodrece em pretos e azuis em decomposição
Putrefação machuca as entranhas enquanto se desprendem
Uma tigela de sopa cadavérica cheia de crosta semi-líquida
Fétida pioartrose
Rasa poça de sangue
Pântano gasoso borbulhante
Papinha de órgãos desfiados
Órgãos em putrefação
Massa celular
Cores tão revoltantes
Arco-íris fétidos que jorram
Tendril vascular chicoteia aerosol decomp
Nuvens roxas de sangue borrifam minha máscara
Autodigestão agita o caldo de órgãos
Rios de tintura nos quais eu me jogo
Viscera rançosa explodindo em cores
Salpicando um paladar para o fedor obsceno de uma semana
Malácia se mistura, novas cores nascem
Elas se diluem quando eu as jogo na pia
Malácia atoleiros
Flores de sangue
Tons em decomposição
Pintam o necrotério
A morte pinta um quadro
Na tela cadavérica
Estragando matéria orgânica
Pinta uma vida tão tenebrosa
[Solo: Expressionismo Abstrato com corante orgânico liquefeito]
Órgãos se degradam a uma pasta necrótica grossa
Azuis, vermelhos e pretos se misturam a cinzas turvas e líquidas
Tons caleidoscópicos machucam as vísceras que eu pego
É chocante testemunhar todas as cores que eles fazem
Tecido quente e espumoso
Bioplasma descolado
Colorido de forma caprichosa
Poças de patogênese
Entranhas corroídas perdem coesão
Wreck gastrointestinal necrótico
Ecorche putrefato está vazando
Galeria impressionista tão grotesca
Paredes cadavéricas varrem sem cor
Bactérias mancham a meleca enquanto se reproduzem
Tecido mole derrete com autodigestão
A carcaça na entropia final
Mistura celular
Papinha fétida de órgãos
Polpa obnoxiosa
Recorte pastel-necrótico
A morte pinta um quadro
Na tela cadavérica
Estragando matéria orgânica
Pinta uma vida tão tenebrosa