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Morrendo de Coração

The Crown

Dying of the Heart

Welcome to the dying of the heart
The path of pure damnation
The dark horse will bring glory...
The pale horse will bring death!

In a ripping evil flash I give me to kill you to death
As I stab the seven daggers in, nothing touches me now
Feel the vacuum of my heart; suck the life out of your bones
Feed upon the spirits force... tear down, breakdown, fear me!

Now, in the House of Deadly Dreams
Empty me of all but death, the darkness never ends
I have seen the truth of me
The three denials are complete, no mercy left in here

It is finished!

Back again, in the symbolic winter night
Where I hunt and where you flee, paralyzed with fear
I will leave you dead in dreams
Storming through the astral snow, devouring your soul

So I got on the horse and I rode for miles, but I did not see my face
Riding the dark horse, hunting and speeding, flying fast and free
And I carried the scythe, and was reaping the harvest of crying helpless souls
Laughing in triumph, in bitter passion
Weltering in blood, cruelty, and nameless pain

In a mystic nightmare void I gave me to death you to kill
As I stabbed the seven daggers in, nothing touches me still
Now the vacuum of my heart sucks the life out of my bones
I can feel the death inside... tear up, break up, fuck up!

I got on a horse and I rode for days, but I did not know my name
On Sorrow's pale horse, foaming with pest, flying too fast to see
Wielding the scythe and reaping the harvest of screaming sacrifice
But killing you is killing me
And dead I shall till the end of my time remain...

I'll tear you down, and make you look at me!
I have no soul... my face turned to a mask!
Cold winds of death blow straight into my heart!
I'll tear you up and rob you of your life!

My freezing blood runs cold... when darkness penetrate
My dying heart can't hold... when sorrow detonate

Morrendo de Coração

Bem-vindo ao morrer do coração
O caminho da pura condenação
O cavalo negro trará glória...
O cavalo pálido trará a morte!

Em um flash maligno eu me entrego pra te matar até a morte
Enquanto cravo as sete facadas, nada me toca agora
Sinta o vácuo do meu coração; suga a vida dos seus ossos
Alimente-se da força dos espíritos... destrua, desmorone, tema-me!

Agora, na Casa dos Sonhos Mortais
Esvazie-me de tudo, exceto da morte, a escuridão nunca acaba
Eu vi a verdade de mim
As três negações estão completas, não há misericórdia aqui

Está acabado!

De volta, na simbólica noite de inverno
Onde eu caço e onde você foge, paralisado de medo
Vou te deixar morto nos sonhos
Invadindo a neve astral, devorando sua alma

Então eu subi no cavalo e rodei por milhas, mas não vi meu rosto
Montando o cavalo negro, caçando e acelerando, voando rápido e livre
E eu carregava a foice, colhendo a colheita de almas gritando e indefesas
Rindo em triunfo, em amarga paixão
Mergulhando em sangue, crueldade e dor sem nome

Em um vazio de pesadelo místico eu me entreguei à morte pra te matar
Enquanto cravava as sete facadas, nada me toca ainda
Agora o vácuo do meu coração suga a vida dos meus ossos
Posso sentir a morte dentro... rasgue, quebre, foda!

Eu subi em um cavalo e rodei por dias, mas não sabia meu nome
No cavalo pálido da Tristeza, espumando com praga, voando rápido demais pra ver
Empunhando a foice e colhendo a colheita do sacrifício gritando
Mas te matar é me matar
E morto eu ficarei até o fim do meu tempo...

Vou te derrubar e fazer você olhar pra mim!
Eu não tenho alma... meu rosto virou uma máscara!
Os ventos frios da morte sopram direto no meu coração!
Vou te despedaçar e roubar sua vida!

Meu sangue congelante corre frio... quando a escuridão penetra
Meu coração moribundo não aguenta... quando a tristeza detona

Composição: Marko Tervonen