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E Agora Justificamos Sua Crítica

The December Drive

And Now We Justify Your Criticism

We signed up for the chore. Made it all for you.
Wise up, you can't live that down.
And the vultures on the cutting room floor make their voices symbiotic.
"Standards! Standards!"
Falsetto in the morning meets your tenor in the falling down.

It's all been done. You can't kill the truth.
Standards make your voice symbiotic.

You helped to write this falderal
But failed to falter out valetudinarianism.
End servitude and won't pay homage to the miscreant
And so our misfeasance in no way fiat the faugh that found us.
You're building walls so you can moderate our principals
And so we're forced to justify your endless criticism.
With temperate means, through repeated reprobation
We're a martyr for a cause that never made it off the cutting room floor.

It's all been done. You can't kill the truth.
Requite the sentiments and hope we fall apart.
It's all been done. You can't kill the truth.

E Agora Justificamos Sua Crítica

Nós nos inscrevemos para a tarefa. Fizemos tudo por você.
Acorda, você não pode viver com isso.
E os abutres no chão da sala de edição fazem suas vozes simbioticas.
"Padrões! Padrões!"
Falsete de manhã encontra seu tenor na queda.

Tudo já foi feito. Você não pode matar a verdade.
Padrões fazem sua voz simbiotica.

Você ajudou a escrever essa bobagem
Mas falhou em se desviar do valetudinarianismo.
Acabe com a servidão e não prestará homenagem ao malfeitor
E assim nossa má conduta de forma alguma legitima o desprezo que nos encontrou.
Você está construindo muros para moderar nossos princípios
E assim somos forçados a justificar sua crítica sem fim.
Com meios temperados, através de reprovação repetida
Somos mártires por uma causa que nunca saiu do chão da edição.

Tudo já foi feito. Você não pode matar a verdade.
Retribua os sentimentos e espere que a gente se desfaça.
Tudo já foi feito. Você não pode matar a verdade.

Composição: