Metarife
Matarífe:
No es mas " Matador".
Cuando te ahorque la rabia
Con hiel de domingo y un hilo sisal.
Matarife :
Ya no es mas " Matador",
Se desnudan las musas de un corso infeliz
Desfilando nuestras miserias.
Se agudizan las sombras de enero,
Y muerdo sin filo, que fragilidad.
Cuando se opaquen los bronces
De nuestra maldita perorata infernal
Resentido... me parece que soy.
Los alerces ventean, saludan al sol
Voy en cuero escupiendo promesas
Soy veleta de un mundo falaz
Tan cobarde, que fragilidad.
Matarífe:
No es mas " Matador"
Metarife
Matarife:
Não é mais "Matador".
Quando a raiva te apertar
Com amargura de domingo e um fio de sisal.
Matarife:
Já não é mais "Matador",
As musas se despem de um carnaval infeliz
Desfilando nossas misérias.
As sombras de janeiro se intensificam,
E eu mordo sem corte, que fragilidade.
Quando os bronzes se apagarem
Da nossa maldita ladainha infernal
Resentido... parece que sou.
Os alerces sopram, saúdam o sol
Vou pelado cuspindo promessas
Sou uma bandeira de um mundo enganoso
Tão covarde, que fragilidade.
Matarife:
Não é mais "Matador".