Conqueror
Valusia's Crown, cut from Borna's head.
Atlantean son, barbarian bred.
Once savage free, then Lemurian slave.
Red Slayer's rise, to fill the old king's grave.
Serpent blood spilt, on the Topaz Throne.
An ageless foe, from a time unknown.
Heavy soul, plays the role of King.
Hard his will, grim the song he sings.
Slave to tradition, oh long ages old.
The galley's hard chains had not so strong a hold.
Deep in the mirror, lies a sweet relief.
Feline whispers and murder in my sleep.
Thurian age, its doom not long borne.
A savior to kings from when time was torn.
Once the masses hailed, the barbarian king.
Now for tyrant new dead, the balladier does sing.
The door breaks in, battle ensues.
Murderers laid low, by this axe I rule.
Conquistador
Coroa de Valúsia, cortada da cabeça de Borna.
Filho de Atlântida, criado entre bárbaros.
Uma vez livre e selvagem, depois escravo lemuriano.
A ascensão do Matador Vermelho, para preencher o túmulo do velho rei.
Sangue de serpente derramado, no Trono de Topázio.
Um inimigo atemporal, de uma época desconhecida.
Alma pesada, desempenha o papel de Rei.
Forte sua vontade, sombria a canção que ele canta.
Escravo da tradição, oh, longas eras antigas.
As correntes duras da galera não tinham um peso tão forte.
Profundamente no espelho, há um doce alívio.
Sussurros felinos e assassinato no meu sono.
Era thuriana, seu destino não suportou por muito tempo.
Um salvador para os reis de quando o tempo foi rasgado.
Uma vez as massas aclamaram, o rei bárbaro.
Agora, para o novo tirano morto, o trovador canta.
A porta se arrebenta, a batalha começa.
Assassinos derrubados, por este machado eu governo.