Collateral Carnage
Thunderous roars, the sky ignites
Metal birds with lethal might
Targets marked by unseen eyes
Innocence fades as humanity dies
Cogs in the machine, no faces to see
Casualties of war, just numbers to be
The trigger's pulled, the hammer falls
No room for mercy in these iron walls
These iron walls
Screams echo through the night
Shadows dance in the firelight
Ruins crumble, lives are torn
In the name of progress, they mourn
No justice found, no solace given
Tear down the veil, expose the lie
Collateral carnage, blood on their hands
Lives turned to ashes, blown across the lands
In the name of peace, we've lost our way
Bleeding hearts, crushed under steel
Wounds that time will never heal
No escape, no turning back
The war machine stays on track
Stays on track
No justice found, no solace given
Tear down the veil, expose the lie
Collateral carnage, blood on their hands
Lives turned to ashes, blown across the lands
In the name of peace, we've lost our way
Empires rise but at what cost
Demise echoing forever in the void
Innocence lost
Forever destroyed
Carnificina Colateral
Rugidos estrondosos, o céu se acende
Pássaros de metal com poder letal
Alvos marcados por olhos invisíveis
A inocência se esvai enquanto a humanidade morre
Engrenagens na máquina, sem rostos pra ver
Vítimas da guerra, apenas números a ser
O gatilho é puxado, o martelo cai
Sem espaço pra misericórdia nessas paredes de ferro
Essas paredes de ferro
Gritos ecoam pela noite
Sombras dançam à luz do fogo
Ruínas desmoronam, vidas são despedaçadas
Em nome do progresso, eles lamentam
Nenhuma justiça encontrada, nenhum consolo dado
Destrua o véu, exponha a mentira
Carnificina colateral, sangue em suas mãos
Vidas viraram cinzas, sopradas pelas terras
Em nome da paz, nos perdemos pelo caminho
Corações sangrando, esmagados sob o aço
Feridas que o tempo nunca vai curar
Sem escape, sem voltar atrás
A máquina de guerra segue seu curso
Segue seu curso
Nenhuma justiça encontrada, nenhum consolo dado
Destrua o véu, exponha a mentira
Carnificina colateral, sangue em suas mãos
Vidas viraram cinzas, sopradas pelas terras
Em nome da paz, nos perdemos pelo caminho
Impérios surgem, mas a que custo
A queda ecoando para sempre no vazio
Inocência perdida
Para sempre destruída