Fangs Of a Pig
I know God created me single
A forgotten child among the pigs
I got no wings, far away from my dreams
Without legs and arms to pluck no out of this hell
The fool and the deformed, I am one of them
In my food I see worms
Tasting my sins
Always waiting for you
Fangs of a pig in my mouth
Ill people testified my birth in misery
A bitter piece of hate melts over my tongue
Now I’m the king of my world
Deliverer and sentence the sinners
Fortified by weakness
I turned rabbits into crows
In my food I see worms
I turned rabbits into crows
Became one of them
These fangs are hurting me
Shut up, motherfucker!
The hands of prejudice
Make me lie on a bed of nails
Fly with me when night falls
When crows watch my sleep
My crime, my sins
My leper, my fate
And I can see I was sentenced
My crime was not to die
Every minute I remain on earth
It is my martyrdom
Turned out as a leper
Ignored as the wicked
God’s shadow doesn’t lodge me
Just one among so many
I my food I see worms
Tasting my sins
Crows watch me now
Just one among so many
Fangs of a pig in my mouth!
Presas De Um Porco
Eu sei que Deus me criou sozinha
Uma criança esquecida entre os porcos
Eu não tenho asas, longe dos meus sonhos
Sem pernas e braços para não arrancar deste inferno
O tolo e o deformado, eu sou um deles
Na minha comida eu vejo vermes
Provando meus pecados
Sempre esperando por você
Presas de um porco na minha boca
Pessoas doentes testemunharam meu nascimento na miséria
Um pedaço amargo de ódio derrete na minha língua
Agora eu sou o rei do meu mundo
Libertador e sentencie os pecadores
Fortificado pela fraqueza
Eu transformei coelhos em corvos
Na minha comida eu vejo vermes
Eu transformei coelhos em corvos
Tornou-se um deles
Essas presas estão me machucando
Cale a boca, filho da puta!
As mãos do preconceito
Me faça deitar numa cama de unhas
Voe comigo quando a noite cair
Quando corvos assistem meu sono
Meu crime, meus pecados
Meu leproso, meu destino
E eu posso ver que fui sentenciado
Meu crime não foi morrer
Cada minuto eu permaneço na terra
É meu martírio
Acabou como um leproso
Ignorado como o ímpio
A sombra de Deus não me hospeda
Apenas um entre tantos
Minha comida eu vejo vermes
Provando meus pecados
Corvos me observam agora
Apenas um entre tantos
Presas de um porco na minha boca!