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Astromorfose

The Moon and the Nightspirit

Astromorphosis

Where galaxies bleed their light divine
Worlds blaze in orbits sublime
Suns crown the night with stellar grace
Deathless Kings
Til darkness claims their reigns

The void's gaze holds a star-fired face
Cold reasons whirls in cosmic sea
All things must gass, yet leave eternal grace
All is change bound yet ever free

A meteor-streak in night's vast scroll
A photon's blare in timeless vault enthralled
Supernova's wail, though brief its cry
Echoes as law where dead stars lie

The void's gaze holds a star-fired face
Cold reasons whirls in cosmic sea
All things must gass, yet leave eternal grace
All is change bound yet ever free

From first pulse to last ember glow
The cosmos breathes its lullroad vow
Each gleam anointed in light's endless stream
All sparks enscrolled where star-dreams seen

The void's gaze holds a star-fired face
Cold reasons whirls in cosmic sea
All things must gass, yet leave eternal grace
All is change bound yet ever free

Astromorfose

Onde galáxias sangram sua luz divina
Mundos ardem em órbitas sublimes
Sóis coroam a noite com graça estelar
Reis imortais
Até que a escuridão reivindique seus tronos

O olhar do vazio tem um rosto de estrela em chamas
Razões frias giram no mar cósmico
Todas as coisas devem se dissipar, mas deixam graça eterna
Tudo é mudança presa, mas sempre livre

Um rastro de meteoro no vasto pergaminho da noite
Um estrondo de fóton no cofre atemporal encantado
O lamento da supernova, embora breve seu grito
Ecoa como lei onde estrelas mortas jazem

O olhar do vazio tem um rosto de estrela em chamas
Razões frias giram no mar cósmico
Todas as coisas devem se dissipar, mas deixam graça eterna
Tudo é mudança presa, mas sempre livre

Do primeiro pulso ao último brilho de brasa
O cosmos respira sua promessa de ninar
Cada brilho ungido no fluxo sem fim da luz
Todas as faíscas inscritas onde sonhos de estrelas são vistos

O olhar do vazio tem um rosto de estrela em chamas
Razões frias giram no mar cósmico
Todas as coisas devem se dissipar, mas deixam graça eterna
Tudo é mudança presa, mas sempre livre

Composição: Mihaly Szabo, Agnes Toth