Fount of Everlight
In the marrow of my bones galaxies ignite
A whisper of light where shadows cradle fire
My ribs arch to a dawning Sun's embrace
Each breath scatters seeds of time and space
I am the prism, the flame, the unblinking eye
The womb of chaos where new constellations rise
In my veins, the tides of worlds yet undefined
I am the cradle, the bloom, the infinite inside
My shadow weaves the dusk with silk-spun thread
My throat ignites the psalms the stars have bred
Where silence pooled, now futures bloom revealed
Within my palms, new seeds dream, unconcealed
I am the prism, the flame, the unblinking eye
The womb of chaos where new constellations rise
In my veins, the tides of worlds yet undefined
I am the cradle, the bloom, the infinite inside
The veil dissolves, my spine, a ladder of moons
Beneath my skin, blood hums harmony's runes
You are the song, the everlight's core
Where dark and dawn entwine forevermore
I am the prism, the flame, the unblinking eye
The womb of chaos where new constellations rise
In my veins, the tides of worlds yet undefined
I am the cradle, the bloom, the infinite inside
Fonte da Luz Eterna
Na medula dos meus ossos, galáxias se acendem
Um sussurro de luz onde as sombras embalam o fogo
Minhas costelas se arqueiam ao abraço do Sol nascente
Cada respiração espalha sementes de tempo e espaço
Eu sou o prisma, a chama, o olho que não pisca
O ventre do caos onde surgem novas constelações
Em minhas veias, as marés de mundos ainda indefinidos
Eu sou o berço, o desabrochar, o infinito interior
Minha sombra tece o crepúsculo com fios de seda
Minha garganta inflama os salmos que as estrelas geraram
Onde antes reinava o silêncio, agora florescem futuros revelados
Nas minhas palmas, novas sementes sonham, reveladas
Eu sou o prisma, a chama, o olho que não pisca
O ventre do caos onde surgem novas constelações
Em minhas veias, as marés de mundos ainda indefinidos
Eu sou o berço, o desabrochar, o infinito interior
O véu se dissolve, minha espinha, uma escada de luas
Sob minha pele, o sangue vibra, sussurrando as runas da harmonia
Você é a canção, o âmago da luz eterna
Onde a escuridão e o amanhecer se entrelaçam para sempre
Eu sou o prisma, a chama, o olho que não pisca
O ventre do caos onde surgem novas constelações
Em minhas veias, as marés de mundos ainda indefinidos
Eu sou o berço, o desabrochar, o infinito interior
Composição: Mihaly Szabo, Agnes Thot