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mortos-vivos

The Pretty Wild

living ded

I'm micro-dosing hell when I wake up
Shape shift into the face that I make up
Crashing out I been emotionally bankrupt
Can't feel my face is this a stroke of bad luck

Tidal wave of chemicals rushing to my head
Reaching hypercritical, existential dread
Dying in my daydreams, rolling in my bed
I'm on the edge

There's still a scar where darkness cut my flesh
Where I let out the emptiness
This is the prophecy of the living dead
I've reached beyond the infinite
Where sorrow is the precipice
This is the prophecy of the living dead
The living dead
The living dead

You call it war but it's just me
Two opposite halves fit together perfectly
They failed to see what's underneath
A rag doll with sharp teeth

Tidal wave of chemicals rushing to my head
Reaching hypercritical, existential dread
Dying in my daydreams, rolling in my bed
I'm on the edge

There's still a scar where darkness cut my flesh
Where I let out the emptiness
This is the prophecy of the living dead
I've reached beyond the infinite
Where sorrow is the precipice
This is the prophecy of the living dead
The living dead
The living dead

We're ghosts you refuse to face
Tangled in liminal space
Blood oath to the noose of grace
We're burned from your grave mistakes
The heartless claim to bleed sympathy
A foundation built upon tragedy
We see the cracks in your smiles
And the rot beneath
It's a mask of a mask of false empathy

In death we wake
In death we wake

There's still a scar where darkness cut my flesh
Where I let out the emptiness
This is the prophecy of the living dead
I've reached beyond the infinite
Where sorrow is the precipice
This is the prophecy of the living dead
The living dead
(The living dead)

mortos-vivos

Eu tô microdosando o inferno quando acordo
Mudando de forma para o rosto que eu me maquio
Desmoronando, tô emocionalmente quebrado
Não sinto meu rosto, isso é um golpe de azar

Uma onda de químicos invadindo minha cabeça
Chegando ao ponto crítico, angústia existencial
Morrendo nos meus devaneios, rolando na cama
Estou na beira

Ainda tem uma cicatriz onde a escuridão cortou minha pele
Onde eu deixei sair o vazio
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Eu fui além do infinito
Onde a tristeza é o precipício
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Os mortos-vivos
Os mortos-vivos

Você chama de guerra, mas é só eu
Duas metades opostas se encaixando perfeitamente
Eles falharam em ver o que está por baixo
Uma boneca de pano com dentes afiados

Uma onda de químicos invadindo minha cabeça
Chegando ao ponto crítico, angústia existencial
Morrendo nos meus devaneios, rolando na cama
Estou na beira

Ainda tem uma cicatriz onde a escuridão cortou minha pele
Onde eu deixei sair o vazio
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Eu fui além do infinito
Onde a tristeza é o precipício
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Os mortos-vivos
Os mortos-vivos

Nós somos fantasmas que você se recusa a encarar
Emaranhados no espaço liminal
Juramento de sangue na corda da graça
Estamos queimados pelos seus graves erros
Os sem coração dizem que sangram simpatia
Uma fundação construída sobre tragédia
Vemos as rachaduras nos seus sorrisos
E a podridão por baixo
É uma máscara de uma máscara de falsa empatia

Na morte nós acordamos
Na morte nós acordamos

Ainda tem uma cicatriz onde a escuridão cortou minha pele
Onde eu deixei sair o vazio
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Eu fui além do infinito
Onde a tristeza é o precipício
Essa é a profecia dos mortos-vivos
Os mortos-vivos
(Os mortos-vivos)

Composição: