El espectáculo de las marionetas
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
Dos sombreros altos, ojos como clavos
Me vieron perdida con pasos errados
¿Estás sola muñeca?, ven no temas más
Hay un mundo brillante que puedes tocar
Promesas, de estrellas, de risas, de luz
Y yo que no entiendo la verdad ni la cruz
Me tomaron la mano din ruido, sin voz
Y me alejé del hogar, sin un adiós
Pasen y vean el asombro sin igual
La niña de madera aprendió a caminar
No ríe, no llora, no suela jamás
Pero baila tan lindo sin voluntad
Gepetto dormía, no escuchó mi partir
No oyó los pasos que iban a fingir
Es por tu bien, dijeron con risa
Y me vendieron, la dicha hecha ceniza
Me vistieron de flor, pintaron mis labios
Sonríe, pequeña, pronto serás sabio
Pero yo solo siento madera y error
Una niña vacía con serenidad y dolor
¡Mírenla girar, sin decir que no!
¡Mírenla saltar, sin saber quién sos!
Pinocho la bella, sin voz ni razón
La estrella de un circo sin compasión
En el cartel dice: La más hermosa del mundo
Pero nadie pregunta si siento o si dudo
Mi cuerpo se dobla, mi mente no está
¿Dónde quedó el hogar? ¿Dónde, papá?
¡Aplaundan, señores, no pidan verdad!
Ella es de madera, no puede llorar
Pinocho sonríe, su alma no está
Es solo un juguete, que quiere escapar
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá-na
La-la-lananana-lanananá
Lanana-ná
Lanana-ná
O espetáculo das marionetes
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Dois chapéus altos, olhos como pregos
Me viram perdida com passos incertos
"Sozinha, boneca? Vem, não tenha medo!"
Há um mundo brilhante que você pode tocar
Promessas, de estrelas, de risadas, de luz
E eu que não entendo a verdade nem a cruz
Me pegaram pela mão, sem barulho, sem voz
E me afastei de casa, sem um adeus
Entrem e vejam a surpresa sem igual
A menina de madeira aprendeu a andar
Não ri, não chora, não sente jamais
Mas dança tão lindo, sem vontade
Gepetto dormia, não ouviu eu partir
Não ouviu os passos que iam fingir
"É para o seu bem", disseram com risada
E me venderam, a felicidade virou cinzas
Me vestiram de flor, pintaram meus lábios
"Sorri, pequena, logo serás sábia"
Mas eu só sinto madeira e erro
Uma menina vazia com serenidade e dor
"Olhem ela girar, sem dizer que não!"
"Olhem ela pular, sem saber quem é!"
Pinóquio, a bela, sem voz nem razão
A estrela de um circo sem compaixão
No cartaz diz: A mais linda do mundo
Mas ninguém pergunta se sinto ou se duvido
Meu corpo se dobra, minha mente não está
Onde ficou o lar? Onde, papai?
"Aplaudam, senhores, não peçam verdade!"
Ela é de madeira, não pode chorar
Pinóquio sorri, sua alma não está
É só um brinquedo, que quer escapar
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná-ná
Lá-lá-lá-naná-naná
Lá-ná
Lá-ná