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Déjà Vu

The Tear Garden

Déjà Vu

It was a cold November evening and I should have worn a coat.
I shivered, waiting for the ferry boat to carry me to you.
Could see you dancing in the harbour lights; your hair an orange flame.
You'd turn away, swing on a crane.
Always quite the same...

The same! The same!
It's always quite the same.
Rewind! Re-live it all again and again.

You'd tiptoe halfway across a rooftop, drop headfirst in the river.
You'd stretch out for a helping hand and once again I'd stand there, not close enough to touch, but I heard you call my name as you died.
And the ferry boat? It never did arrive...

Déjà Vu

Era uma fria noite de novembro e eu devia ter usado um casaco.
Eu tremia, esperando o barco pra me levar até você.
Conseguia te ver dançando nas luzes do porto; seu cabelo uma chama laranja.
Você se virava, balançava em uma grua.
Sempre bem a mesma coisa...

A mesma coisa! A mesma coisa!
É sempre bem a mesma coisa.
Rebobina! Reviva tudo de novo e de novo.

Você andava na ponta dos pés pelo telhado, caía de cabeça no rio.
Você estendia a mão pedindo ajuda e mais uma vez eu estava lá, não perto o suficiente pra tocar, mas ouvi você chamar meu nome enquanto morria.
E o barco? Ele nunca chegou...