The Bleeding Genitals Of Every Rapist Hang Bleeding From These Trees
These open hands that once would have offered forgiveness and even rehabilitation are now closed fists bludgeoning flesh.
A knife across your throat opens a wide, red mouth forever mute to taunts, to insults, to threats.
You are nothing, empty, worthless.
If only it was enough to lock you away in the deepest, darkest hole.
Swallow the bitterness of my tongue.
Absorb the nectar of my discharge.
Feel my hatred crashing down on you like a hammer caving in your skull, spilling to the floor all that empty rhetoric about art, betrayal, and desire.
Oh, to string up your naked body like the soulless devil that you are.
To stab and dismember your hanging form.
Let the blood rain down and wash away this pointless shame, this unnecessary guilt, this unbearable violation. and now decorate the trees with the corpse of past transgression adornments of vengeance, a forest of abatement, a monument to suffering.
You are nothing, empty, worthless, a black hole.
Os Genitais Sangrantes de Cada Estuprador Penduram-se Sangrando Nessas Árvores
Essas mãos abertas que antes ofereciam perdão e até reabilitação agora são punhos cerrados espancando a carne.
Uma faca na sua garganta abre uma boca larga e vermelha, eternamente muda para provocações, para insultos, para ameaças.
Você não é nada, vazio, sem valor.
Se ao menos fosse o suficiente te trancar no buraco mais profundo e escuro.
Engula o amargor da minha língua.
Absorva o néctar da minha descarga.
Sinta meu ódio caindo sobre você como um martelo esmagando seu crânio, derramando no chão toda essa retórica vazia sobre arte, traição e desejo.
Oh, pendurar seu corpo nu como o diabo sem alma que você é.
Esfaquear e desmembrar sua forma pendurada.
Deixe o sangue cair e lavar essa vergonha sem sentido, essa culpa desnecessária, essa violação insuportável. e agora decore as árvores com o corpo das transgressões passadas, adornos de vingança, uma floresta de alívio, um monumento ao sofrimento.
Você não é nada, vazio, sem valor, um buraco negro.