Sand And Wax
When I'm soaring free as a pig
When I decide to build again like a mountain's eye
The graphic on your palette twist
Distort like someone else's sky
Placing of a bone resulting
Fracture push your brows in deep
Leave behind the residue
In purest form of freebased sleep
Gasoline tugs at the feet
Of men with sand and wax for bile
Thick it dries and blocks the path
Of air not free but standing trial
Planted spike into a wall
And boots now fill the hole I made
Climbing upward just to see
The freakish feast and dead parade
All the steps down stair and road
Illuminate reality
But what they do not know
Is what they cannot hide from you and me
A needle opens skin but keep on
Pushing to an exit wound
Severing muscle drop and fall
To floor of sound haphazard tuned
It boils flesh in vapor form
And rises to the cramping ceiling
There condenses wait to rain
On shell of broken heartfelt feelings
Nature of inaction has been
Spurning forth this waste of life
The aiming low precipitation
Eats away so ruthlessly
And slays with twisted knife
Areia e Cera
Quando estou voando livre como um porco
Quando decido construir de novo como o olho de uma montanha
O gráfico na sua paleta se torce
Distorce como o céu de outra pessoa
Colocando um osso resultante
Fratura empurra suas sobrancelhas pra dentro
Deixe pra trás o resíduo
Na forma mais pura do sono livre
Gasolina puxa os pés
De homens com areia e cera na bile
Seca espessa e bloqueia o caminho
Do ar que não é livre, mas está em julgamento
Espinho plantado numa parede
E botas agora preenchem o buraco que fiz
Subindo só pra ver
A festa estranha e o desfile dos mortos
Todos os passos descendo escada e estrada
Iluminam a realidade
Mas o que eles não sabem
É o que não podem esconder de você e de mim
Uma agulha abre a pele, mas continua
Empurrando pra uma ferida de saída
Seccionando músculo, cai e despenca
No chão do som desajustado
Ferve carne em forma de vapor
E sobe até o teto que aperta
Lá se condensa, espera pra chover
Sobre a casca de sentimentos quebrados e sinceros
A natureza da inação tem sido
Desprezando esse desperdício de vida
A precipitação de mira baixa
Destrói de forma tão implacável
E mata com faca torcida