Ad Arma Vocare (Part 1)
When the world slips away
Just as it did this day
I crawl back into my shell
Is this the deeper I can go?
And silence sounds different
I take each word as a pill
To sedate me into sleep
A little sleep, a little slumber
And build of shadows my empires
Adorned with golden dust
Dessilusional birthplace of awe
I awake to a paragon of misery
In search for sanctuary
Unquiet stillness, silent chaos
pitch dark, deathly cold, so inviting
Here all light is vain, all beauty is lost...
from altered sanity, echoed a myriad of times
Hear this crying lines...
Tragedy
Sweet, sweet Tragedy.
Chamado às Armas (Parte 1)
Quando o mundo escorrega pra longe
Assim como fez hoje
Eu me arrasto de volta pra minha concha
É esse o fundo que posso alcançar?
E o silêncio soa diferente
Eu tomo cada palavra como um comprimido
Pra me sedar até dormir
Um pouco de sono, um pouco de descanso
E construo de sombras meus impérios
Enfeitados com pó dourado
Local de nascimento ilusório de assombro
Acordo para um paradigma de miséria
Em busca de santuário
Quietude inquieta, caos silencioso
Escuridão total, mortalmente frio, tão convidativo
Aqui toda luz é vã, toda beleza se perdeu...
da sanidade alterada, ecoou uma infinidade de vezes
Ouça essas linhas chorando...
Tragédia
Doce, doce Tragédia.