A Subtle Dagger
it infiltrates,
insidious,
it feigns at love,
betrays our trust
in what we've known,
since we were born.
the truth we've found in all we see
points to design,
still our chests swell,
we'll never find
true answers from a wishing well.
so feed us all
another lie,
to still our thoughts,
appease our pride,
so we wont have
to chance the way we see, we live, we love, we die,
our lust precedes
our blasphemy,
our logic reads
like notes from tainted autopsy.
our souls they speak of something more,
but we cant look beyond ourselves.
we implore empty skies because
our heats hold room for no one else,
we extend our
claws to grasp at shadows of the
ideals we have,
lost causalities of a subtle dagger,
buried to the
hilt in our hearts, blood on our hands.
Uma Adaga Sutil
ela se infiltra,
insidiosa,
e finge amor,
betray nossa confiança
no que conhecemos,
desde que nascemos.
a verdade que encontramos em tudo que vemos
aponta para um plano,
mesmo assim nossos peitos se enchem,
nunca vamos encontrar
respostas verdadeiras em um poço de desejos.
então nos alimente
com mais uma mentira,
para acalmar nossos pensamentos,
apaziguar nosso orgulho,
para que não tenhamos
que arriscar a forma como vemos, como vivemos, como amamos, como morremos,
nossa luxúria precede
nossa blasfêmia,
minha lógica soa
como notas de uma autópsia contaminada.
nossas almas falam de algo mais,
mas não conseguimos olhar além de nós mesmos.
imploramos por céus vazios porque
nossos corações não têm espaço para mais ninguém,
estendemos nossas
garras para agarrar as sombras dos
ideais que temos,
causalidades perdidas de uma adaga sutil,
enterra até a
empunhadura em nossos corações, sangue em nossas mãos.