Dead End Roads
We've been down this way so many times before
And walked a million miles in the shoes of a hopeless man
Forever embedded in despair
Destined to find his way home
This borrowed time is running out
And these hollow roads are getting old
So let this be a lesson
A violent introduction
To a life of absolution
I do not believe what I see
When the clouds part way with the skies
I hold no responsibility for the things I have done
This is all I am
All I have known
An escalading horror
A never-ending nightmare
I do not believe what I see
When the clouds part way with the skies
I hold no responsibility for the things I have done
I do not blame the locust for devouring the world
It is their destiny to destroy
Trust me when I say that this will hurt
We've been down this way so many times before
And walked a million miles in the shoes of a hopeless man
Forever embedded in despair
I do not believe what I see
When the clouds part way with the skies
I hold no responsibility for the things I have done
I do not blame the locust for devouring the world
It is their destiny to destroy
Caminhos Sem Saída
Já percorremos esse caminho tantas vezes antes
E andamos um milhão de milhas nos sapatos de um homem sem esperança
Eternamente mergulhado em desespero
Destinado a encontrar o caminho de volta pra casa
Esse tempo emprestado está acabando
E essas estradas vazias estão ficando velhas
Então que isso seja uma lição
Uma introdução violenta
A uma vida de absolvição
Eu não acredito no que vejo
Quando as nuvens se abrem no céu
Não me responsabilizo pelas coisas que fiz
Isso é tudo que sou
Tudo que conheci
Um horror crescente
Um pesadelo sem fim
Eu não acredito no que vejo
Quando as nuvens se abrem no céu
Não me responsabilizo pelas coisas que fiz
Não culpo a langosta por devorar o mundo
É o destino deles destruir
Confie em mim quando digo que isso vai doer
Já percorremos esse caminho tantas vezes antes
E andamos um milhão de milhas nos sapatos de um homem sem esperança
Eternamente mergulhado em desespero
Eu não acredito no que vejo
Quando as nuvens se abrem no céu
Não me responsabilizo pelas coisas que fiz
Não culpo a langosta por devorar o mundo
É o destino deles destruir