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Contradições / Adeus, Solidão

Tiãozinho e Alessandro

Eu levo na briga
Você vem na raça
A gente termina
Sempre sem graça

Eu digo o que quero
Você não aceita
Me diz que deseja
Depois que enjeita

Se é do seu modo
Não acho direito
Você se defende
Só quer do seu jeito

A gente se abraça
Se morde, se queixa
Depois que se afasta
Chorando se beija
E descobre o quanto
Ainda se ama

São contradições
De um amor sem juízo
Eu nego e renego
Mas sei que preciso

Contradições
De um amor de verdade
Que faz da mentira
A sinceridade
E faz o que é feio
Parecer bonito

São contradições
De um amor sem juízo
Eu nego e renego
Mas sei que preciso

Contradições
De um amor de verdade
Que faz da mentira
A sinceridade
E faz o que é feio
Parecer bonito

Eu já sofri e até chorei
Sozinho, sem ninguém
Mas, de repente apareceu
O amor, em mim, nasceu

Quero bem alto ao mundo inteiro, gritar
Que sou feliz e tenho alguém para amar
Agora eu posso dizer: Adeus, solidão
Pois sei que o amor tomou conta
Do meu coração

Quero bem alto ao mundo inteiro, gritar
Que sou feliz e tenho alguém para amar
Agora eu posso dizer: Adeus, solidão
Pois sei que o amor tomou conta
Do meu coração

Composição: César Augusto, Martinha, Curtis, Newton Miranda, Robert Ker