Atti osceni
Hei tu cosa fai nascosto tra la gente
io ti vedo sai hai una chitarra in mano
certo tu lo sai che ti potrei arrestare
spacci musica e lo fai pure bene
e lo fai pure bene
Forza vattene la gente si lamenta
rabbia ed allegria non sai che il rock è morto?
se vuoi ascoltami parla di cose tristi
quelle vendono milioni e più di dischi
no, tu non vuoi?
ora chiamo la centrale se non vai
Baudelaire e Rimbaud cose d'altri tempi
Schiele e Morrison erano solo pazzi
e non parlare mai della beat generation
sporchi e deboli alcool e droga in strada
Warhol, Oscar Wilde io non sopporto i froci
Jaco, Charlie e Chet non sai che il jazz è morto?
i bravi giovani non ricordan niente
i loro idoli apri i giornali e vedrai
che non puoi
ti regalo un pò di roba però vai
Nel nome dell'arte
(Omar Pedrini)
Professore la tua vita come va?
respirando la filosofia
quattro stanze, un letto ed una libreria
per sentirsi un uomo libero
non ti senti società
è tanto misera
l'arte è cuore e verità
lo so da sempre
L'arte ha un povero dio
somebody help me
credimi un povero dio
non come gli altri
povero e fiero sarò
nel nome dell'arte anch'io
Sandro scrive cose vere ed uniche
e quando suona parla l'anima
e stasera andremo al Bianchi a bere un pò
della grappa che ha tenuto via
quel maiale come noi
buono da morto!
Atos Obscenos
Ei, você, o que tá fazendo escondido entre a galera
Eu te vejo, sabe, você tá com um violão na mão
Certeza que você sabe que eu poderia te prender
Você vende música e faz isso bem pra caramba
E faz isso bem pra caramba
Vai embora, a galera tá reclamando
Raiva e alegria, não sabe que o rock morreu?
Se quiser me ouvir, fala de coisas tristes
Essas vendem milhões e mais discos
Não, você não quer?
Agora eu chamo a central se você não for
Baudelaire e Rimbaud, coisas de outros tempos
Schiele e Morrison eram só uns malucos
E nunca fala da geração beat
Sujos e fracos, álcool e droga na rua
Warhol, Oscar Wilde, eu não suporto os viados
Jaco, Charlie e Chet, não sabe que o jazz morreu?
Os bons jovens não lembram de nada
Seus ídolos, abre os jornais e vai ver
Que não dá pra
Te dou um pouco de coisa, mas vai
Em nome da arte
(Omar Pedrini)
Professor, como tá sua vida?
Respirando filosofia
Quatro cômodos, uma cama e uma estante
Pra se sentir um homem livre
Você não sente a sociedade
É tão miserável
A arte é coração e verdade
Eu sei disso desde sempre
A arte tem um deus pobre
Alguém me ajuda
Acredite, um deus pobre
Não como os outros
Pobre e orgulhoso eu serei
Em nome da arte, eu também
Sandro escreve coisas verdadeiras e únicas
E quando toca, fala a alma
E essa noite vamos no Bianchi beber um pouco
Da grappa que ele guardou
Aquele porco como nós
Bom até morto!