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Estância Branca

Tino Casal

Blanca estancia

Cabalgando y entre mis manos crines de plata,
voy quemando entre cenizas de nieve blanca,
el acero va quemando aquí entre mis venas
y un abismo de mármol negro rompe mis cadenas

Eva esta allí con su rictus letal
roca de sal emergiendo de un mar de espejos de nácar.

Atrapado por el fuego de bengala,
fui cayendo en la selva de su mirada,
Blanca estancia que aprisionas mi locura,
voy sufriendo tus paredes que me torturan.

Eva esta allí con su rictus letal
roca de sal emergiendo de un mar de espejos de nácar.

Cabalgando y entre mis manos crines de plata,
voy quemando entre cenizas de nieve blanca,
el acero va quemando aquí entre mis venas
y un abismo de mármol negro rompe mis cadenas

Descansaré preso en la oscuridad
te esperaré donde las sombras huyen de si mismas.

Estância Branca

Cavalgando e entre minhas mãos crinas de prata,
vou queimando entre cinzas de neve branca,
o aço vai queimando aqui entre minhas veias
e um abismo de mármore negro quebra minhas correntes.

Eva está lá com seu rictus letal
rocha de sal emergindo de um mar de espelhos de madrepérola.

Atrapalhado pelo fogo de sinalizador,
fui caindo na selva do seu olhar,
Estância branca que aprisiona minha loucura,
vou sofrendo suas paredes que me torturam.

Eva está lá com seu rictus letal
rocha de sal emergindo de um mar de espelhos de madrepérola.

Cavalgando e entre minhas mãos crinas de prata,
vou queimando entre cinzas de neve branca,
o aço vai queimando aqui entre minhas veias
e um abismo de mármore negro quebra minhas correntes.

Descansarei preso na escuridão
te esperarei onde as sombras fogem de si mesmas.

Composição: