Born Dead (feat. Rheese Peters)
Mouth full of flies
Rats in her ribcage
Bludgeoned impaled flayed and
Burnt at the stake
With teeth like knives and the
Skill of a shark
Abducted butchered
Left for dead in the dark
Brains made of spiders and
The tongues of a snake
The demon of pure death
Wearing her rotting face
Unblessed from birth
Void of faith
Baptised in violence
Sent with a chainsaw to hack the head off
Mother nature
Hanging from a meat hook while she weeps
In my dreams, let me sleep
Her eyes are slowly gouged on the
Killing floor of the slaughterhouse
Let me bleed the fuck out
Machinations oscillating
Generating cataclysm
Disintegrating civilisation
Suffocating paradise
Eviscerated angels
Vomited from the pitch black of the multiverse
And as you fucking choke I slit your throat ear to ear
Until your veins run dry
Crucified and begging for your fucking life
No one will miss you
Behold the massacre of man
A message to the maker
Heaving guts
These sluts shall sleep with the worms
Insides on the outside
Families lay murdered in the dirt
Parasites
You're all writhing in bloodshed
Drowning in the swarm
Xenocide
No sirens signal the end
No warning for this storm
I was born already dead
A rope around my fucking neck
Doomed to pollute and poison
The wells of mother earth
Side by side with Satan
I devour the cowards
Everyone is marked a target
Skinned and buried alive
Six feet to hell and counting
Collecting hearts as trophies of the bloodbath
Their wounds shall bleed a fucking ocean
Dressed for death and entrails exposed
I have spoken to God
I'd kill myself to be all alone
To suffer in silence on my own
And drag you cunts to hell with me
To this world of bones I call my home
I have the devil at my back
I prey for him and he guides my path
And I can't wait for the cold quiet morgue
Burning flesh is all I see
Her skull crushed
Limbs removed
An orchestra of victims' screams
The body count rises
Nascido Morto (feat. Rheese Peters)
Boca cheia de moscas
Ratos na caixa torácica
Surrado, empalado, despelado e
Queimado na fogueira
Com dentes como facas e a
Habilidade de um tubarão
Abduzido, esquartejado
Deixado pra morrer no escuro
Cérebros feitos de aranhas e
As línguas de uma cobra
O demônio da morte pura
Usando seu rosto podre
Desabençoado desde o nascimento
Vazio de fé
Batizado na violência
Enviado com uma motosserra pra cortar a cabeça de
Mãe natureza
Pendurada em um gancho de carne enquanto chora
Nos meus sonhos, deixa eu dormir
Seus olhos estão lentamente sendo arrancados no
Chão de matança do abatedouro
Deixa eu sangrar pra caralho
Maquinários oscilando
Gerando cataclismo
Desintegrando a civilização
Sufocando o paraíso
Anjos eviscerados
Vomitados do negro profundo do multiverso
E enquanto você se engasga eu corto sua garganta de orelha a orelha
Até suas veias secarem
Crucificado e implorando pela sua porra de vida
Ninguém vai sentir sua falta
Eis o massacre da humanidade
Uma mensagem para o criador
Entranhas à mostra
Essas vadias vão dormir com os vermes
Entranhas do lado de fora
Famílias assassinadas na terra
Parasitas
Vocês todos se contorcendo em sangue
Afogados na enxurrada
Genocídio
Nenhuma sirene sinaliza o fim
Nenhum aviso para essa tempestade
Eu nasci já morto
Uma corda em volta do meu pescoço
Condenado a poluir e envenenar
Os poços da mãe terra
Lado a lado com Satanás
Eu devoro os covardes
Todos são alvos marcados
Despelados e enterrados vivos
Seis pés até o inferno e contando
Coletando corações como troféus do massacre
Suas feridas vão sangrar um oceano de merda
Vestido para a morte e entranhas expostas
Eu falei com Deus
Eu me mataria pra ficar sozinho
Pra sofrer em silêncio por conta própria
E arrastar vocês pra merda do inferno comigo
Pra esse mundo de ossos que eu chamo de lar
Eu tenho o diabo nas minhas costas
Eu rezo por ele e ele guia meu caminho
E eu mal posso esperar pela fria e silenciosa morgue
Carne queimando é tudo que eu vejo
Seu crânio esmagado
Membros removidos
Uma orquestra dos gritos das vítimas
A contagem de corpos aumenta