Dale aborigen
Vas caminando con tu chica
en tu romance embotellado
te creés muy listo con tus tatuajes
pero es muy triste si ella te olvida
yo estoy sentado en un bar con mi viejo
No comas carne qué mal hace eso
es irreversible tu bella canción
se está gestando la revolución
Dale, dale aborigen.
Soñé la espada Torquemada
soñé la viruela soñé Sepúlveda
soñé bandera soñé la peste,
soñé calavera
En la violencia, en la pasión
en esta sórdida nación
mamá tierra no quiere más
que le des tu estocada fatal
Dale, dale aborigen.
Soñé la espada Torquemada,
soñé la viruela soñé Sepúlveda
soñé bandera soñé la peste,
soñé calavera.
Soñé la espada, soñé Torquemada
soñé Sepúlveda, soñé la viruela
En la violencia, en la pasión
en esta sórdida nación
mamá tierra no quiere más
que le des tu estocada fatal
Dale, dale aborigen
Dale, dale aborigen
Vai, indígena
Você vai caminhando com sua mina
no seu romance engarrafado
se acha muito esperto com suas tatuagens
mas é bem triste se ela te esquece
eu tô sentado num bar com meu velho
Não come carne, isso faz mal pra caramba
é irreversível sua bela canção
está surgindo a revolução
Vai, vai indígena.
Sonhei com a espada Torquemada
sonhei com a varíola, sonhei com Sepúlveda
sonhei com a bandeira, sonhei com a peste,
sonhei com a caveira
Na violência, na paixão
nesta nação sórdida
mãe terra não quer mais
que você lhe dê sua estocada fatal
Vai, vai indígena.
Sonhei com a espada Torquemada,
sonhei com a varíola, sonhei com Sepúlveda
sonhei com a bandeira, sonhei com a peste,
sonhei com a caveira.
Sonhei com a espada, sonhei Torquemada
sonhei Sepúlveda, sonhei com a varíola
Na violência, na paixão
nesta nação sórdida
mãe terra não quer mais
que você lhe dê sua estocada fatal
Vai, vai indígena
Vai, vai indígena.