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Nunca a culpa é de um só

Tony Vega

Nunca la culpa es de uno solo

Ya no puedo mas,
fingir mientras te abrazo
debes de saber que vengo
de otros brazos, que al s
eñirme asi aun me hacen temblar.
Nuestro viejo amor se ahogaba
en el asilo y el volcan de
ayer era un paraje frio lleno
de cenizas de desolación.
Quien iba a decir que de
aquel volcan nada iba a
quedar ni un resto en lo gris
para concebir la esperanza al fin.
Pero ya lo ves matamos
poco a poco a la ilusion y
que mas de quien fue el
culpable de los dos, quien
fue el primero que por la
espalda traiciono nunca la
culpa es de uno solo, tu le
robaste fantasia a nuestro
encuentro, y me empujaste a
buscar fuera la pasion que me
negabas sin tener otra razon.
Ahora ya es tarde vida mia
yo ya encontre lo que
Queria y ahora me voy.

Nunca a culpa é de um só

Já não aguento mais,
fingir enquanto te abraço
você deve saber que venho
de outros braços, que ao
me tocar assim ainda me fazem tremer.
Nosso velho amor se afogava
no asilo e o vulcão de
ontem era um lugar frio cheio
de cinzas de desolação.
Quem diria que daquele
vulcão nada ia
sobrar nem um resto no cinza
para conceber a esperança enfim.
Mas já dá pra ver, matamos
pouco a pouco a ilusão e
quem mais, de quem foi o
culpado dos dois, quem
foi o primeiro que pelas
costas traiu, nunca a
culpa é de um só, você lhe
roubou a fantasia ao nosso
encontro, e me empurrou a
buscar fora a paixão que me
negava sem ter outra razão.
Agora já é tarde, minha vida,
eu já encontrei o que
queria e agora vou embora.

Composição: Braulio Garcia