Cistka
Na ouøadì mají krušno.
To letecký den chystá se.
Kdy ouøednický pytel hoven,
svázán, pomlácen
a vzápìtí naøíznut.
Dokazuje zákon pøitažlivé síly
zemì živitelky.
Kdy v ksichtì bílý øítíc se.
To� dekorace dlažby velkolepá.
Tak na ouøadech vìci mají se.
A politik to „dítì státu"?
Skuhrá!
Zmrzaèit a oznaèit.
Na námìstí povìsím tu hnidu!
A co dìlòas,
ten mozoul státu?
Armádu naò!
Na tu chátru!
A co rolník,
balík slámy?
Skolit v poli!
Defenestrace ouøedníkù,
vìšení politikù,
masakrování dìlníkù,
ubíjení rolníkù.
Jako støeva
zèistí sraèka.
Tak systém
tøídní zabíjaèka!
Limpeza
Na cidade, a coisa tá feia.
Esse dia de protesto tá chegando.
Quando o saco de merda do governo,
Amarrado, espancado
E logo em seguida, cortado.
Prova a lei da força atrativa
Da terra que nos alimenta.
Quando na cara, um branco se forma.
Essa decoração do chão é grandiosa.
Assim as coisas andam por aqui.
E o político, esse "filho do estado"?
Choraminga!
Desfigurar e marcar.
Na praça, vou pendurar essa praga!
E o que dizer do trabalhador,
Esse peso pro estado?
Cobra deles!
Dessa bagunça!
E o agricultor,
Um fardo de palha?
Corta no campo!
Defenestração de burocratas,
Enforcamento de políticos,
Massacre de operários,
Extermínio de camponeses.
Como um esgoto
Essa merda se acumula.
Assim o sistema
É um matador de classes!