Z okovù Rvaná Psýcha
Óóó, v rukou pevnì otìže,
svých chtìní chtìl bych mít.
A vše lidské, nízké, morální,
v sobì na prach rozemlít.
A vyblít ten jed,
tu nucenou stravu,
jenž dáví mne a zkrátka drží.
Abych neurval z okovu sama sebe:
bych zde pak setrval stìží.
To vyplenil bych miliardy hnid,
v podobì pohromy globální.
A odvšivil od lidstva navždy matku zem,
smrtonosným kolapsem.
Da Prisão da Mente
Óóó, nas mãos de pesadas correntes,
meus desejos eu queria ter.
E tudo humano, baixo, moral,
em pó eu quero moer.
E vomitar esse veneno,
aquela comida forçada,
que me sufoca e simplesmente me segura.
Pra eu não arrancar de mim mesmo as correntes:
que aqui eu então ficasse com dificuldade.
Eu exterminaria bilhões de parasitas,
em forma de uma catástrofe global.
E livraria a mãe terra da humanidade pra sempre,
com um colapso mortal.