Brasileño (Aquí está el saco pal que le quede)
Me dan risa, pinche bola de ratones
Y para subir sus vistas, me tiran en sus canciones
Tanto chisme, tanto pinche palabreo
Para que al final de cuentas salgan diciéndote: Te quiero
No creo que son de calle
Tráeme a tu perra para que siga moviendo las nalgas como los Raiders
Métase una raya a ver si la pinta y cómo baila
Sus cuentitos no son malos, son pura pantallita
Son las putitas más baratas
Ya digan que son cochinos y que les gusta la riata
Y todos juntos se andan besando las patas
Esa mascarita no es para siempre, pronto se me destapa
Los demonios hablan en mi cabeza
Es que se me safó un tornillo, me falta una pieza
Es que estoy loco, loco de mi cabeza
Ya le apreté al freno, no encuentro la reversa
Que dale, dale, dale, más los pulmones y no dejes que pare
Así que dale, dale, dale
Que la calle pide guerra, andan sueltos los criminales
Así que dale, dale, dale
Como me tachan por la finta que me cargo, dicen las malas lenguas
Sé cuándo andar entre lo malo, ¡chingados!
Y todo lo que tengo lo he ganado
Pero quien mira lo bueno, solo mira lo malo
Un toque, siento que vuelo
Ojitos de caramelo, melo, melo
Me enredo en tu pelo, pelo, pelo
Parezco brasileño con el cohete bien fajado
Puro perro maleado
Bendiciones para el que está para mi lado
Y el que no está para mi lado, es mejor que se quede callado
El dinero a mí no me cambia, seguimos haciendo el RP
Esto no es moda, esto es real
Desde el primer día que lo comencé no teníamos nada, solo los sueños
Una libreta de papel
A veces la bailo en el barrio y otra vez se la conecto en el ley
Desde el barrio de cactus con el Mer en los controles
¡Sal, mis potos!
Brasileiro (Aqui está o saco pra quem quiser)
Me fazem rir, essa bola de ratos
E pra aumentar suas visualizações, me atacam nas suas canções
Tanto falatório, tanto papo furado
Pra no final das contas saírem dizendo: Eu te amo
Não acho que são de rua
Traz sua cadela pra ver se ela continua rebolando como os Raiders
Se enfia uma linha pra ver se pinta e como dança
Suas historinhas não são ruins, são só pura encenação
São as putinhas mais baratas
Já falam que são sujos e que gostam da pica
E todos juntos ficam se lambendo
Essa máscara não é pra sempre, logo se revela
Os demônios falam na minha cabeça
É que um parafuso se soltou, me falta uma peça
É que tô louco, louco da cabeça
Já apertei o freio, não encontro a marcha ré
Então vai, vai, vai, mais fundo nos pulmões e não deixa parar
Então vai, vai, vai
Que a rua pede guerra, os criminosos estão soltos
Então vai, vai, vai
Como me julgam pela aparência que eu carrego, dizem as más línguas
Sei quando andar entre o errado, caramba!
E tudo que eu tenho eu conquistei
Mas quem vê o bom, só vê o ruim
Um toque, sinto que estou voando
Olhos de caramelo, melo, melo
Me enrosco no seu cabelo, cabelo, cabelo
Pareço brasileiro com o foguete bem apertado
Só cachorro malandro
Bênçãos pra quem tá do meu lado
E quem não tá do meu lado, é melhor ficar calado
O dinheiro não me muda, seguimos fazendo o RP
Isso não é moda, isso é real
Desde o primeiro dia que comecei não tínhamos nada, só os sonhos
Um caderno de papel
Às vezes danço no bairro e outras vezes conecto no rolê
Do bairro dos cactos com o Mer nos controles
Salve, meus potos!