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Rei da Peste

Törr

Král Mor

Hnusným pachem ve svìtlech smuteèních
Teï trmácí se obstaravatel pohøbù
Hnijící mrtvoly jak v pózách taneèních
A výsmìšné zpìvy snad tisíce ïáblù
Rozaté srdce v rukách šílence
Z mrtvoly zatím ještì nerozpadlé
Lesklé žezlo a síla hnìvu vládce
Nákazou krále duše podlé.

Král mor, zase se usmívá
Král mor, láme svùj sloup

Sliny šílence ještì se chvìjí
Lopatou vápna snad zahladíš pìnu
V nelidský pohled oèi mu tlejí
Navìky zùstane v tom nechutném stavu.

Král mor, zase se usmívá
Král mor, láme svùj sloup.

Rei da Peste

Fedor insuportável nas luzes de luto
Agora se arrasta o agente funerário
Cadáveres apodrecendo como em danças
E risadas zombeteiras de mil demônios
Coração partido nas mãos de um lunático
Do cadáver que ainda não se desfez
Cetro brilhante e a força da ira do rei
A peste do rei, alma traiçoeira.

Rei da peste, ele sorri de novo
Rei da peste, quebra seu pilar

A baba do lunático ainda treme
Com a pá de cal, talvez você esconda a espuma
Nos olhos, um olhar desumano que arde
Para sempre ficará nesse estado nojento.

Rei da peste, ele sorri de novo
Rei da peste, quebra seu pilar.

Composição: