Sebevražda
Zastav èas, klany zavøeli do klecí
Pøešel mráz a zvony šílenství doznìly
Ve válce s depresí
Snažím se vidìt skrz prázdné pohledy
tam kde se skuteènost ztrácí v temnotì
a nekoneèné sny zaèínají vládnout.
Má duše je zmrazena a tìlo slabé, inteligence nìmá.
Zùstanu sám.
Uèím se pravidla tý jejich ukrutný hry.
Tak zabte ty prasata!
Ještì je slyším kvièet!
Každou noc vidím skrz oèi šílence a vládnu tvrdou pìstí.
Nechte mì zapálit oheò!
Kapky hadího jedu stékají do èerstvých ran
v mém odumírajícím mozku
žijícím ze zvuku elektrický kytary.
Zbývá už jen natáhnout do skla
a upadnout ve smrtelném spánku.
Autodestruição
Pára o tempo, os clãs gritam nas jaulas
Veio o frio e os sinos da loucura soaram
Na guerra contra a depressão
Tento ver através de olhares vazios
onde a realidade se perde na escuridão
e sonhos infinitos começam a dominar.
Minha alma está congelada e o corpo fraco, a inteligência muda.
Vou ficar sozinho.
Aprendo as regras desse jogo cruel deles.
Então matem esses porcos!
Ainda os ouço grunhir!
Toda noite vejo através dos olhos de um louco e governo com punho de ferro.
Deixem-me acender o fogo!
Gotas de veneno de cobra escorrem em feridas frescas
no meu cérebro moribundo
vivendo do som da guitarra elétrica.
Só resta esticar para o vidro
e cair em um sono mortal.