Poust
Ten druhy svet, tolik let star
Zahalen v temnote, kde stoji cas
Jen pusta poust rudeho pisku
Vitr a duny navatejch dob
Tam mezi stiny nehmotnych mrtvych dusi
Zatracen vsemi tyci se chram
A uvnitr sedi ne konci labyrintu
Na zlatem trunu temnoty Pan
Pet svici zapaluji, mezi ne sedam si
Znameni, ktere tvori mysl mou unasi
Nese ji tam, do stredu rude poucte
To misto znam, tam jsem vzdy zil
Bezim dal jen ja sam, dal, dal, dal do tmy
Slysim jen svuj vlastni dech, smrt skryva se ve stinech
Nevnimam mrtvych dusi volani, ozvena kroku mych v usich pali
Konecne svetlo vidim pred sebou - to cerne svice v kruhu jsou
Pet svici zapaluji, mezi ne sedam si
Znameni, ktere tvori mysl mou unasi
Nese ji tam, do stredu rude poucte
To misto znam, tam jsem vzdy zil
Bezim dal jen ja sam, dal, dal, dal do tmy
Slysim jen svuj vlastni dech, smrt skryva se ve stinech
Nevnimam mrtvych dusi volani, ozvena kroku mych v usich pali
Konecne svetlo vidim pred sebou - to cerne svice v kruhu jsou
Deserto
Aquele segundo mundo, tantos anos atrás
Envolto na escuridão, onde o tempo para
Apenas um deserto de areia vermelha
Vento e tambores de épocas passadas
Lá entre as sombras de almas mortas e etéreas
Maldito por todos, aquele templo se ergue
E dentro dele, sentado no fim do labirinto
No trono dourado da escuridão, o Senhor
Cinco velas acendo, entre elas me sento
Um sinal que a mente cria, me arrasta
Leva-me até o centro do deserto vermelho
Esse lugar eu conheço, sempre vivi lá
Corro adiante, só eu, adiante, adiante, adiante na escuridão
Ouço apenas minha própria respiração, a morte se esconde nas sombras
Não percebo o chamado das almas mortas, o eco dos meus passos queima em meus ouvidos
Finalmente vejo a luz à minha frente - aquelas velas negras em círculo são
Cinco velas acendo, entre elas me sento
Um sinal que a mente cria, me arrasta
Leva-me até o centro do deserto vermelho
Esse lugar eu conheço, sempre vivi lá
Corro adiante, só eu, adiante, adiante, adiante na escuridão
Ouço apenas minha própria respiração, a morte se esconde nas sombras
Não percebo o chamado das almas mortas, o eco dos meus passos queima em meus ouvidos
Finalmente vejo a luz à minha frente - aquelas velas negras em círculo são