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Crônica do Sul

Traidores

Crónica Del Sur

Crónica del sur,
fin de siglo
angustia de vivir
una guerra constante.
Mejor ya no preguntes,
cual es el precio;
mejor no me recuerdes
que ha sido de nosotros

Crónica del Sur.

Mi ventana asoma,
a un patio devastado
donde suelo ver
a nuestros enemigos,
descargar en las ruinas,
su fiebre de puñales
Crónica del Sur, fin de siglo

Crónica del Sur.

Velando un sueño roto,
hace mucho tiempo
siguen quedando atrás,
pantanos de miseria.
Miradas sombrías
a la luz del manicomio
sobrevivir al sur, fin de siglo

Crónica del Sur.

Crônica do Sul

Crônica do Sul,
fim de século
angústia de viver
uma guerra constante.
É melhor não perguntar,
qual é o preço;
é melhor não me lembrar
do que foi de nós.

Crônica do Sul.

Minha janela se abre,
para um pátio devastado
donde costumo ver
a nossos inimigos,
descarregando nas ruínas,
sua febre de facadas.
Crônica do Sul, fim de século.

Crônica do Sul.

Velando um sonho quebrado,
há muito tempo
continuam ficando pra trás,
pantanos de miséria.
Olhares sombrios
a luz do manicômio
sobreviver ao sul, fim de século.

Crônica do Sul.

Composição: Casanova / Nattero