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Lamentos da Inocência Martirizada

Trails Of Anguish

Laments Of Martyrised Innocence

I witnessed blissful revelations, and succumbed in desolation
Each days empowered by nightmarish deceptions
Seeking retribution in the lowest of lifeform
Breathing hazardous clouds of decrepitude
Oh it hurts, those piercing adumbrations of shadowrealms
Plunged my conceptions in total disharmony
I've seen brighter days...

Whispers of inverted splendor
Ttearing my sanity apart
Choked cruelly and tortured by forlorn purity
Scarred and lacerated
Weaping my life, head's down

Violated by darkness of my thoughts, left unsane
Bleeding the pain of thousand sins, I'm drowning...
Bestruck by fear of what grasped my essence
Showed me shades of all illusions

Cloaked and embraced by obscurity unbearable
Clutching hands of those who fell by weakness
Feeding on life still warm of flesh surrounding me
Funeral deviance sickening my existence

Staggering in corruption
Blood and tears maculated deep within
Roaming in hypnotic, cadaverous loneliness
Cycle of inexistence
Imploded and disrupted my conscience
Ashamed and repulsed by my own need
That cannot be appeased nor explained anyhow
I've transcended death and reality...

Enfrosted and strangled in haze
I was reborn in repugnance and without compassion
Still ablaze by mortal failure ,I drifted
Toward realms of chaotic prosperity
Benighted and supreme

Backstabbed in hateful disdain, is how love embraced me
So cold are those shivers of unearthly anguishes
Driving my mind in repulsive, passionless disgust
Devoided of any life, I lay there drowning in my own misery
Death cleansed somehow, it adorned the chaos

Lamentos da Inocência Martirizada

Eu testemunhei revelações gloriosas, e sucumbi na desolação
Cada dia empoderado por decepções aterrorizantes
Buscando retribuição na forma mais baixa de vida
Respirando nuvens perigosas de decrepitude
Oh, dói, aquelas adumbracões penetrantes dos reinos sombrios
Afundaram minhas concepções em total desarmonia
Eu vi dias mais brilhantes...

Sussurros de esplendor invertido
Destruindo minha sanidade
Sufocado cruelmente e torturado pela pureza perdida
Cicatrizado e lacerado
Chorando minha vida, cabeça baixa

Violado pela escuridão dos meus pensamentos, deixado insano
Sangrando a dor de mil pecados, estou me afogando...
Atingido pelo medo do que agarrou minha essência
Mostrou-me sombras de todas as ilusões

Encoberto e abraçado por uma obscuridade insuportável
Apertando as mãos daqueles que caíram pela fraqueza
Alimentando-se da vida ainda quente da carne ao meu redor
Desvio fúnebre nauseante minha existência

Cambaleando na corrupção
Sangue e lágrimas maculados profundamente dentro
Vagueando em uma solidão hipnótica e cadavérica
Ciclo de inexistência
Implodiu e perturbou minha consciência
Envergonhado e repugnado pela minha própria necessidade
Que não pode ser aplacada nem explicada de jeito nenhum
Eu transcendi a morte e a realidade...

Congelado e estrangulado na névoa
Eu renasci na repugnância e sem compaixão
Ainda em chamas pelo fracasso mortal, eu flutuei
Em direção a reinos de prosperidade caótica
Cegos e supremos

Apunhalado nas costas com desprezo odioso, é assim que o amor me abraçou
Tão frios são aqueles calafrios de angústias sobrenaturais
Conduzindo minha mente em um repulsivo e apático desgosto
Desprovido de qualquer vida, eu jazia ali me afogando na minha própria miséria
A morte purificou de alguma forma, adornou o caos