Tumbas De Insomnio
Con enfermo frenesí
Ardiendo está tu tumba
Donde la luz nunca iluminó
Tu insomnio en penumbra
Hueles los aromas
Del miedo y pavor
Prevalece sólo el horror
En tu cripta de decepción
Escombros de muerte
Tallados con dolor
Sádicos deseos
Que brotan al exterior
Nubes de tinta negra
Arrojan penas de ira
Cuanta desolación
Exclama tu interior
Nubes de tinta negra
Arrojan penas de ira
Cuanta desolación
Exclama tu interior
Siniestras manos de homicida
Desgarran caras en la tenue luz
Voces distantes murmuran nombres
De aquellos caídos en la perdición
Cierra las cortinas de tu insomnio
Y deja a alguien alcanzar la lejanía
Tú estás enterrado dentro...
En esas tumbas sin dormir todavía
Tumbas de Insônia
Com frenesi doentio
Arde a sua tumba
Onde a luz nunca brilhou
Seu insônia na penumbra
Você sente os aromas
Do medo e do terror
Só prevalece o horror
Na sua cripta de decepção
Escombros de morte
Talhados com dor
Desejos sádicos
Que brotam pra fora
Nuvens de tinta preta
Lançam penas de ira
Quanta desolação
Exclama seu interior
Nuvens de tinta preta
Lançam penas de ira
Quanta desolação
Exclama seu interior
Mãos sinistras de homicida
Rasgando rostos na luz fraca
Vozes distantes sussurram nomes
Dos que caíram na perdição
Feche as cortinas do seu insônia
E deixe alguém alcançar a distância
Você está enterrado dentro...
Nessas tumbas que ainda não dormem