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Monastério

Trashnos

Monasterio

No va mas, una señal, un camino hacia el infinito
toca escapar, quizás para no volver mas
es una orden secular, un mandamiento
que no quiero seguir cumpliendo

Te esperare, en el templo de tus pecados
y sellare mi ultima voluntad
por siempre huiré, mi reino Caaveiro
mi reino líbrame, en ruinas Caaveiro.

Veintiséis, junio del 36, en el año de 1400
cruzan el Eume las brigadas del terror
para conquistar poder y riquezas,
pero solo encontraran un solitario monasterio

Te esperare, en el templo de tus pecados
y sellare mi ultima voluntad
por siempre huiré, mi reino Caaveiro
mi reino líbrame, en ruinas Caaveiro.

Imperio en cenizas, cenizas de un volcán
fuego que nunca mas se extinguirá
no hay piedra sobre piedra, no hay credos que rezar
solo la extraña falta de un cantar.

Fieras brigadas nos atacan a traición
y prenden fuego a tu reino, monasterio
y ahora dicen que un fantasma vaga en tu interior
creen oír su voz llorar
es mi alma la que vaga eternamente por el reino que perdí
mi destino es ver caerse piedra la fortaleza medieval.
Caaveiro, reino de los altos monjes, tu historia hoy dejo aquí.

Imperio en cenizas, cenizas de un volcán
fuego que nunca mas se extinguirá
no hay piedra sobre piedra, no hay credos que rezar
solo la extraña falta de un cantar.

Monastério

Não vai mais, um sinal, um caminho pro infinito
é hora de escapar, talvez pra nunca mais voltar
é uma ordem secular, um mandamento
que eu não quero mais cumprir

Vou te esperar, no templo dos teus pecados
e selarei minha última vontade
pra sempre eu vou fugir, meu reino Caaveiro
meu reino, me livra, em ruínas Caaveiro.

Vinte e seis, junho de 36, no ano de 1400
as brigadas do terror cruzam o Eume
pra conquistar poder e riquezas,
mas só vão encontrar um monastério solitário

Vou te esperar, no templo dos teus pecados
e selarei minha última vontade
pra sempre eu vou fugir, meu reino Caaveiro
meu reino, me livra, em ruínas Caaveiro.

Império em cinzas, cinzas de um vulcão
fogo que nunca mais vai se apagar
não há pedra sobre pedra, não há credos pra rezar
só a estranha falta de um cantar.

Feras brigadas nos atacam à traição
e põem fogo no teu reino, monastério
e agora dizem que um fantasma vaga no teu interior
acreditam ouvir sua voz chorar
é minha alma que vaga eternamente pelo reino que perdi
meu destino é ver cair pedra a fortaleza medieval.
Caaveiro, reino dos altos monges, sua história hoje deixo aqui.

Império em cinzas, cinzas de um vulcão
fogo que nunca mais vai se apagar
não há pedra sobre pedra, não há credos pra rezar
só a estranha falta de um cantar.

Composição: