Preludio
Cae el agua en gotas que se agolpan
Con siniestra intensidad
Y nadie parece darse cuenta
De que hay algo que mirar
Ya no quiero depender de los demás
Ya no quiero depender
Una melodía olvidada
Me viene a acariciar
Cada nota cobra por sí sola
Una belleza individual
Ya no quiero depender de los demás
Ya no quiero depender
Hay leyes universales
Que uno nunca va a poder cambiar
Y las horas se caerán
Por su peso
Cae el agua y me olvido
De que estamos dentro de un mar
Condenados al olvido
Siempre hay algo que volverá
Que volverá
Que volverá
Que volverá
Prelúdio
Água de queda cai aquela multidão
Com intensidade sinistra
E ninguém parece notar
Que há algo para olhar
Eu não quero mais depender dos outros
Eu já não quero depender
Uma melodia esquecido
Eu venho para acalentar
Cada nota vem sozinho
Uma beleza individual
Eu não quero mais depender dos outros
Eu já não quero depender
Existem leis universais
Isso nunca vai ser capaz de mudar
E os tempos vão cair
Por peso
Água de queda e esquecer
Que nós estamos em um mar
Condenado ao esquecimento
Há sempre algo que vai
Essa vontade
Essa vontade
Essa vontade